Como parcelar compras sem entrar no vermelho

Como parcelar compras sem entrar no vermelho

Atualizado: Quinta-feira, 28 Abril de 2011 as 11:13

6 atitudes para não cair numa furada com compras parceladas

1. Calcule se o lucro que você vai ter com a compra supera o prejuízo do juro. Um fogão industrial para o seu restaurante pode aumentar sua capacidade de produção e seu lucro numa escala maior que a do juro. Já uma TV para a sua sala de estar não é um investimento tão urgente assim, concorda?  

2. Não faça duas compras parceladas ao mesmo tempo, para evitar confusões e perda do controle da dívida.  

3. Compare se o juro cobrado pela loja é inferior ao juro do cheque especial ou do cartão de crédito.  

4. Escolha o plano de parcelamento mais curto e com a taxa de juro mais baixa.  

5. Evite os parcelamentos com cheques pré-datados. Você pode se desorganizar, ultrapassar o limite da conta e pagar mais juros.  

6. Avalie se o que você vai deixar de perder é maior do que o juro. No caso de ter uma geladeira com defeito, o que você gasta com o juro financiando uma nova compensa a despesa de repor a compra que estraga.

Se você já tem dívidas, atenção a estas 6 dicas

1. Quando os juros saem de controle, a saída é procurar rapidamente os credores para renegociar a dívida. Quanto mais você demora, mais fica devendo  

2. Caso desconfie que a cobrança de juros é abusiva, procure o Procon para esclarecer a dúvida. Se os valores forem indevidos, você pode até receber de volta o que foi pago a mais.  

3. Se você percebe que o valor das parcelas está aumentando rápido e não poderá cobri-las, tente renegociar com a loja antes de deixar de pagar.  

4. Se estiver atrasada há mais tempo, procure o comerciante para calcular a dívida e negociar abatimentos. Em muitos casos, são excluídos juros de mora e multas.  

5. Ao renegociar, peça redução da taxa de juros, prazo maior de pagamento e exija que o acordo seja colocado no papel.  

6. Para saber se está com o nome sujo, consulte o SPC e a Serasa. No SPC, normalmente ligado à Câmara de Dirigentes Lojistas, pode-se contar em alguns casos com a ajuda da instituição para intermediar a renegociação.  

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