Crianças econômicas

Crianças econômicas

Atualizado: Quarta-feira, 29 Setembro de 2010 as 5:09

Aquela história de que educação financeira não é para pequenos é mito. O assunto já é tema de livros infantis e começa a ser incorporado nas grandes escolas públicas

Se crianças não sabem lidar com dinheiro, é porque ninguém as ensinou ainda. Essa falta de conhecimento caracteriza uma das falhas das instituições de ensino e também da estrutura familiar.

A constatação é do educador financeiro Álvaro Modernell."A educação financeira pode e deve ser iniciada na infância, de maneira lúdica antes mesmo das crianças chegarem ao ensino fundamental", explica.

Modernell também ressalta que todas as escolas podem criar projetos próprios para aplicar conceitos financeiros nas disciplinas, sejam elas instituições frequentadas por alunos mais abastados ou mais humildes."Todos precisam aprender a cuidar bem do seu dinheiro", pondera."O ensino da educação financeira ajuda as crianças a adotarem atitudes que fazem o dinheiro render mais, seja pouco ou muito".

Com isso em mente, no dia 8 de agosto, 450 escolas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Tocantins e do Distrito Federal incluíram aulas-piloto sobre o tema na grade escolar do Ensino Médio. A previsão é que em 2011 a matéria também seja introduzida no programa do Fundamental.

O investimento que a escola tem de fazer para ensinar os princípios financeiros são mínimos: limitam-se a alguns títulos didáticos e paraditáticos sobre o tema. Com esses materiais, pais, mães, professores e alunos podem dar um primeiro passo em direção ao conhecimento, iniciando um diálogo sobre o assunto.

Uma dica de livro que aborda o assunto é uma dupla de obras da Callis Editora, intituladas "O Dinheiro" e "O Consumo". Os títulos, escritos por Cristina Von, ensinam aos pequenos o conceito de consumo inteligente, como funciona o cartão de crédito, quanto tempo cada material demora para se decompor e muito mais. Os livros ainda trazem notas e moedas de mentirinha e um cofrinho para montar, que propiciam às crianças aprender na prática.

Então, você não acha que já é hora de ajudar seu filho a pensar no seu futuro econômico e financeiro?

Aquela história de que educação financeira não é para pequenos é mito. O assunto já é tema de livros infantis e começa a ser incorporado nas grandes escolas públicas

Se crianças não sabem lidar com dinheiro, é porque ninguém as ensinou ainda. Essa falta de conhecimento caracteriza uma das falhas das instituições de ensino e também da estrutura familiar.

A constatação é do educador financeiro Álvaro Modernell."A educação financeira pode e deve ser iniciada na infância, de maneira lúdica antes mesmo das crianças chegarem ao ensino fundamental", explica.

Modernell também ressalta que todas as escolas podem criar projetos próprios para aplicar conceitos financeiros nas disciplinas, sejam elas instituições frequentadas por alunos mais abastados ou mais humildes."Todos precisam aprender a cuidar bem do seu dinheiro", pondera."O ensino da educação financeira ajuda as crianças a adotarem atitudes que fazem o dinheiro render mais, seja pouco ou muito".

Com isso em mente, no dia 8 de agosto, 450 escolas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Tocantins e do Distrito Federal incluíram aulas-piloto sobre o tema na grade escolar do Ensino Médio. A previsão é que em 2011 a matéria também seja introduzida no programa do Fundamental.

O investimento que a escola tem de fazer para ensinar os princípios financeiros são mínimos: limitam-se a alguns títulos didáticos e paraditáticos sobre o tema. Com esses materiais, pais, mães, professores e alunos podem dar um primeiro passo em direção ao conhecimento, iniciando um diálogo sobre o assunto.

Uma dica de livro que aborda o assunto é uma dupla de obras da Callis Editora, intituladas "O Dinheiro" e "O Consumo". Os títulos, escritos por Cristina Von, ensinam aos pequenos o conceito de consumo inteligente, como funciona o cartão de crédito, quanto tempo cada material demora para se decompor e muito mais. Os livros ainda trazem notas e moedas de mentirinha e um cofrinho para montar, que propiciam às crianças aprender na prática.

Então, você não acha que já é hora de ajudar seu filho a pensar no seu futuro econômico e financeiro?

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