Em briga de marido e mulher...

Em briga de marido e mulher...

Atualizado: Terça-feira, 28 Setembro de 2010 as 4:52

Todo final de semana, Jennifer e Keith Yanowitz tem a mesma briga."Eu posso até prever", diz Jennifer, mãe de Alexandra, 5 anos, e Jordan, 3 anos."Eu e o Keith alternamos o dia de acordar cedo com as crianças, assim um de nós pode dormir até tarde. Quando é a minha vez, faço um café-da-manhã saudável enquanto elas assistem a alguns minutos de TV", explica."Então nos vestimos e lemos livros ou vamos ao playground. Gosto de mantê-las ocupadas durante a manhã".

O cenário é diferente quando é a vez do papai."Quando entro na sala, as meninas estão de pijamas e excitadas por passar três horas grudadas na TV", Jennifer diz."Keith está trabalhando em no laptop e em vez de dar um belo café-da-manhã, ele deu a elas apenas alguns pedaços de frutas".

O lado ruim

Jennifer diz que o marido é um pai incrível e na maioria das vezes eles se ajudam muito."Mas essa é uma ferida aberta", admite."Nós já discutimos isso, ele promete não fazer mais – e nada muda!" A conversa vira discussão e as meninas se metem:"mãe, pai, parem!" Todos já passamos por isso."É impossível concordar o tempo todo - e errado querer fazer isso", diz Tovah P. Klein, diretora do Barnard Center para o Desenvolvimento Infantil de Nova York.

O problema é que brigar na frente das crianças pode afetá-las mais do que imaginamos."Até bebês de 6 meses são sensíveis a todos os conflitos entre os pais", diz E. Mark Cummings, psicólogo da University of Notre Dame, em Indiana. Estudos mostraram que a pressão sanguínea aumenta nas crianças quando os pais brigam em sua frente. Elas não entendem as palavras, mas registram o conflito e tentam adivinhar o significado.

Novos estudos conduzidos pela equipe do Dr Cummings junto com pesquisadores da University of Rochester descobriram que a relação entre os pais, e como eles lidam com os conflitos diários, são críticos para o bem-estar da criança. Quando os pais se dão bem, a criança se sente mais segura para explorar o mundo e aprender.

O lado bom

"As crianças precisam saber que até casais felizes podem discordar, e que a raiva é uma emoção legítima e normal", diz Richard Gallagher, diretor do Instituto de Parentalidade do Centro de Estudos de Crianças da New York University. Emily Terry, de Boston, conta que ela e seu marido, Dave, tentam não ter brigas feias na frente dos três filhos, só"discussões animadas"."Quero que saibam que faz parte da vida", explica.

"Se seus filhos não aprendem a verbalizar os sentimentos, podem crescer acreditando que conflitos nunca se resolvem de forma construtiva", explica a psicóloga Susan Heitler, terapeuta de casais e de família de Denver. Se você disser"nós não estamos brigando", quando é óbvio que estão, eles não vão aprender a confiar nas próprias percepções e nem em você.

Isso não significa que você precisa explicar a questão em detalhes."Papai e eu ficamos bravos um com o outro, mas conversamos e já resolvemos" é suficiente."Vocês não precisam resolver todas as diferenças na frente deles", diz Dr Gallagher,"mas assuma a responsabilidade de sua parte na discussão e tenha certeza de que a criança sabe que a briga não é por culpa dela". Se ela perceber que vocês realmente resolveram as diferenças, ela vai aprender que as brigas podem, sim, vir acompanhadas de fortes emoções, mas podem levar a soluções.

Tópicos proibidos

Dinheiro Passe a mensagem:"o dinheiro está curto, mas é mais do que suficiente para cuidar de você".

Decisões de disciplina Discuta as decisões centrais quando as crianças estiverem dormindo.

Questões não-resolvidas Não envolva as crianças no assunto até ter um plano.

Conversas sobre a criança Discuta essas coisas entre vocês e o professor ou psicólogo, e só.

Questões que vocês já discutiram antes Retome a discusão quando elas estiverem longe.

Sua vida sexual e sogra Não precisa nem dizer.

Todo final de semana, Jennifer e Keith Yanowitz tem a mesma briga."Eu posso até prever", diz Jennifer, mãe de Alexandra, 5 anos, e Jordan, 3 anos."Eu e o Keith alternamos o dia de acordar cedo com as crianças, assim um de nós pode dormir até tarde. Quando é a minha vez, faço um café-da-manhã saudável enquanto elas assistem a alguns minutos de TV", explica."Então nos vestimos e lemos livros ou vamos ao playground. Gosto de mantê-las ocupadas durante a manhã".

O cenário é diferente quando é a vez do papai."Quando entro na sala, as meninas estão de pijamas e excitadas por passar três horas grudadas na TV", Jennifer diz."Keith está trabalhando em no laptop e em vez de dar um belo café-da-manhã, ele deu a elas apenas alguns pedaços de frutas".

O lado ruim

Jennifer diz que o marido é um pai incrível e na maioria das vezes eles se ajudam muito."Mas essa é uma ferida aberta", admite."Nós já discutimos isso, ele promete não fazer mais – e nada muda!" A conversa vira discussão e as meninas se metem:"mãe, pai, parem!" Todos já passamos por isso."É impossível concordar o tempo todo - e errado querer fazer isso", diz Tovah P. Klein, diretora do Barnard Center para o Desenvolvimento Infantil de Nova York.

O problema é que brigar na frente das crianças pode afetá-las mais do que imaginamos."Até bebês de 6 meses são sensíveis a todos os conflitos entre os pais", diz E. Mark Cummings, psicólogo da University of Notre Dame, em Indiana. Estudos mostraram que a pressão sanguínea aumenta nas crianças quando os pais brigam em sua frente. Elas não entendem as palavras, mas registram o conflito e tentam adivinhar o significado.

Novos estudos conduzidos pela equipe do Dr Cummings junto com pesquisadores da University of Rochester descobriram que a relação entre os pais, e como eles lidam com os conflitos diários, são críticos para o bem-estar da criança. Quando os pais se dão bem, a criança se sente mais segura para explorar o mundo e aprender.

O lado bom

"As crianças precisam saber que até casais felizes podem discordar, e que a raiva é uma emoção legítima e normal", diz Richard Gallagher, diretor do Instituto de Parentalidade do Centro de Estudos de Crianças da New York University. Emily Terry, de Boston, conta que ela e seu marido, Dave, tentam não ter brigas feias na frente dos três filhos, só"discussões animadas"."Quero que saibam que faz parte da vida", explica.

"Se seus filhos não aprendem a verbalizar os sentimentos, podem crescer acreditando que conflitos nunca se resolvem de forma construtiva", explica a psicóloga Susan Heitler, terapeuta de casais e de família de Denver. Se você disser"nós não estamos brigando", quando é óbvio que estão, eles não vão aprender a confiar nas próprias percepções e nem em você.

Isso não significa que você precisa explicar a questão em detalhes."Papai e eu ficamos bravos um com o outro, mas conversamos e já resolvemos" é suficiente."Vocês não precisam resolver todas as diferenças na frente deles", diz Dr Gallagher,"mas assuma a responsabilidade de sua parte na discussão e tenha certeza de que a criança sabe que a briga não é por culpa dela". Se ela perceber que vocês realmente resolveram as diferenças, ela vai aprender que as brigas podem, sim, vir acompanhadas de fortes emoções, mas podem levar a soluções.

Tópicos proibidos

Dinheiro Passe a mensagem:"o dinheiro está curto, mas é mais do que suficiente para cuidar de você".

Decisões de disciplina Discuta as decisões centrais quando as crianças estiverem dormindo.

Questões não-resolvidas Não envolva as crianças no assunto até ter um plano.

Conversas sobre a criança Discuta essas coisas entre vocês e o professor ou psicólogo, e só.

Questões que vocês já discutiram antes Retome a discusão quando elas estiverem longe.

Sua vida sexual e sogra Não precisa nem dizer.

Todo final de semana, Jennifer e Keith Yanowitz tem a mesma briga."Eu posso até prever", diz Jennifer, mãe de Alexandra, 5 anos, e Jordan, 3 anos."Eu e o Keith alternamos o dia de acordar cedo com as crianças, assim um de nós pode dormir até tarde. Quando é a minha vez, faço um café-da-manhã saudável enquanto elas assistem a alguns minutos de TV", explica."Então nos vestimos e lemos livros ou vamos ao playground. Gosto de mantê-las ocupadas durante a manhã".

O cenário é diferente quando é a vez do papai."Quando entro na sala, as meninas estão de pijamas e excitadas por passar três horas grudadas na TV", Jennifer diz."Keith está trabalhando em no laptop e em vez de dar um belo café-da-manhã, ele deu a elas apenas alguns pedaços de frutas".

O lado ruim

Jennifer diz que o marido é um pai incrível e na maioria das vezes eles se ajudam muito."Mas essa é uma ferida aberta", admite."Nós já discutimos isso, ele promete não fazer mais – e nada muda!" A conversa vira discussão e as meninas se metem:"mãe, pai, parem!" Todos já passamos por isso."É impossível concordar o tempo todo - e errado querer fazer isso", diz Tovah P. Klein, diretora do Barnard Center para o Desenvolvimento Infantil de Nova York.

O problema é que brigar na frente das crianças pode afetá-las mais do que imaginamos."Até bebês de 6 meses são sensíveis a todos os conflitos entre os pais", diz E. Mark Cummings, psicólogo da University of Notre Dame, em Indiana. Estudos mostraram que a pressão sanguínea aumenta nas crianças quando os pais brigam em sua frente. Elas não entendem as palavras, mas registram o conflito e tentam adivinhar o significado.

Novos estudos conduzidos pela equipe do Dr Cummings junto com pesquisadores da University of Rochester descobriram que a relação entre os pais, e como eles lidam com os conflitos diários, são críticos para o bem-estar da criança. Quando os pais se dão bem, a criança se sente mais segura para explorar o mundo e aprender.

O lado bom

"As crianças precisam saber que até casais felizes podem discordar, e que a raiva é uma emoção legítima e normal", diz Richard Gallagher, diretor do Instituto de Parentalidade do Centro de Estudos de Crianças da New York University. Emily Terry, de Boston, conta que ela e seu marido, Dave, tentam não ter brigas feias na frente dos três filhos, só"discussões animadas"."Quero que saibam que faz parte da vida", explica.

"Se seus filhos não aprendem a verbalizar os sentimentos, podem crescer acreditando que conflitos nunca se resolvem de forma construtiva", explica a psicóloga Susan Heitler, terapeuta de casais e de família de Denver. Se você disser"nós não estamos brigando", quando é óbvio que estão, eles não vão aprender a confiar nas próprias percepções e nem em você.

Isso não significa que você precisa explicar a questão em detalhes."Papai e eu ficamos bravos um com o outro, mas conversamos e já resolvemos" é suficiente."Vocês não precisam resolver todas as diferenças na frente deles", diz Dr Gallagher,"mas assuma a responsabilidade de sua parte na discussão e tenha certeza de que a criança sabe que a briga não é por culpa dela". Se ela perceber que vocês realmente resolveram as diferenças, ela vai aprender que as brigas podem, sim, vir acompanhadas de fortes emoções, mas podem levar a soluções.

Tópicos proibidos

Dinheiro Passe a mensagem:"o dinheiro está curto, mas é mais do que suficiente para cuidar de você".

Decisões de disciplina Discuta as decisões centrais quando as crianças estiverem dormindo.

Questões não-resolvidas Não envolva as crianças no assunto até ter um plano.

Conversas sobre a criança Discuta essas coisas entre vocês e o professor ou psicólogo, e só.

Questões que vocês já discutiram antes Retome a discusão quando elas estiverem longe.

Sua vida sexual e sogra Não precisa nem dizer.

Todo final de semana, Jennifer e Keith Yanowitz tem a mesma briga."Eu posso até prever", diz Jennifer, mãe de Alexandra, 5 anos, e Jordan, 3 anos."Eu e o Keith alternamos o dia de acordar cedo com as crianças, assim um de nós pode dormir até tarde. Quando é a minha vez, faço um café-da-manhã saudável enquanto elas assistem a alguns minutos de TV", explica."Então nos vestimos e lemos livros ou vamos ao playground. Gosto de mantê-las ocupadas durante a manhã".

O cenário é diferente quando é a vez do papai."Quando entro na sala, as meninas estão de pijamas e excitadas por passar três horas grudadas na TV", Jennifer diz."Keith está trabalhando em no laptop e em vez de dar um belo café-da-manhã, ele deu a elas apenas alguns pedaços de frutas".

O lado ruim

Jennifer diz que o marido é um pai incrível e na maioria das vezes eles se ajudam muito."Mas essa é uma ferida aberta", admite."Nós já discutimos isso, ele promete não fazer mais – e nada muda!" A conversa vira discussão e as meninas se metem:"mãe, pai, parem!" Todos já passamos por isso."É impossível concordar o tempo todo - e errado querer fazer isso", diz Tovah P. Klein, diretora do Barnard Center para o Desenvolvimento Infantil de Nova York.

O problema é que brigar na frente das crianças pode afetá-las mais do que imaginamos."Até bebês de 6 meses são sensíveis a todos os conflitos entre os pais", diz E. Mark Cummings, psicólogo da University of Notre Dame, em Indiana. Estudos mostraram que a pressão sanguínea aumenta nas crianças quando os pais brigam em sua frente. Elas não entendem as palavras, mas registram o conflito e tentam adivinhar o significado.

Novos estudos conduzidos pela equipe do Dr Cummings junto com pesquisadores da University of Rochester descobriram que a relação entre os pais, e como eles lidam com os conflitos diários, são críticos para o bem-estar da criança. Quando os pais se dão bem, a criança se sente mais segura para explorar o mundo e aprender.

O lado bom

"As crianças precisam saber que até casais felizes podem discordar, e que a raiva é uma emoção legítima e normal", diz Richard Gallagher, diretor do Instituto de Parentalidade do Centro de Estudos de Crianças da New York University. Emily Terry, de Boston, conta que ela e seu marido, Dave, tentam não ter brigas feias na frente dos três filhos, só"discussões animadas"."Quero que saibam que faz parte da vida", explica.

"Se seus filhos não aprendem a verbalizar os sentimentos, podem crescer acreditando que conflitos nunca se resolvem de forma construtiva", explica a psicóloga Susan Heitler, terapeuta de casais e de família de Denver. Se você disser"nós não estamos brigando", quando é óbvio que estão, eles não vão aprender a confiar nas próprias percepções e nem em você.

Isso não significa que você precisa explicar a questão em detalhes."Papai e eu ficamos bravos um com o outro, mas conversamos e já resolvemos" é suficiente."Vocês não precisam resolver todas as diferenças na frente deles", diz Dr Gallagher,"mas assuma a responsabilidade de sua parte na discussão e tenha certeza de que a criança sabe que a briga não é por culpa dela". Se ela perceber que vocês realmente resolveram as diferenças, ela vai aprender que as brigas podem, sim, vir acompanhadas de fortes emoções, mas podem levar a soluções.

Tópicos proibidos

Dinheiro Passe a mensagem:"o dinheiro está curto, mas é mais do que suficiente para cuidar de você".

Decisões de disciplina Discuta as decisões centrais quando as crianças estiverem dormindo.

Questões não-resolvidas Não envolva as crianças no assunto até ter um plano.

Conversas sobre a criança Discuta essas coisas entre vocês e o professor ou psicólogo, e só.

Questões que vocês já discutiram antes Retome a discusão quando elas estiverem longe.

Sua vida sexual e sogra Não precisa nem dizer.

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