Escolha Cuidadosa

Escolha Cuidadosa

Atualizado: Quinta-feira, 7 Outubro de 2010 as 2:55

Psicóloga dá dicas de como fazer a difícil seleção do berçário para deixar seu filho na hora de voltar ao trabalho

Com o fim da licença à maternidade, as mães recentes começam a procurar lugares para deixar o bebê durante o horário de trabalho. Neste distanciamento difícil, a opção viável para muitas mães é o berçário. Mas, como escolhê-lo?

Segundo a psicóloga Ely Harazawa, gerente de programa da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, é importante pedir indicações a conhecidos. "Pesquise com amigos, parentes, vizinhos. Mas não deixe também de conversar com os pais de crianças já atendidas pela instituição", sugere a especialista.

Ela também acha necessário saber quantos profissionais a instituição designa para cuidar de cada criança – uma pessoa para três bebês é uma boa média - e a formação dos "cuidadores". "É importantíssimo que sejam pessoas capacitadas. Nessa fase, as crianças estão em pleno desenvolvimento, precisam ser estimuladas, incentivadas", explica.

Além disso, o espaço físico do berçário também deve ser avaliado: atente para escadas, desníveis ou qualquer outro fator que possa fazer seu filho se machucar. A psicóloga alerta, ainda, que o lugar precisa ser limpo e arejado.

É importante ainda que haja atividades que mexam com os sentidos da criança, a exemplo de utilização de brinquedos, música, decoração e contato humano.

Mais importante que todos esses requisitos, no entanto, é a mãe se sentir confiante em deixar o filho no estabelecimento escolhido. "O desconforto da mãe acabará sendo transmitido ao bebê", conclui Ely.

Psicóloga dá dicas de como fazer a difícil seleção do berçário para deixar seu filho na hora de voltar ao trabalho

Com o fim da licença à maternidade, as mães recentes começam a procurar lugares para deixar o bebê durante o horário de trabalho. Neste distanciamento difícil, a opção viável para muitas mães é o berçário. Mas, como escolhê-lo?

Segundo a psicóloga Ely Harazawa, gerente de programa da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, é importante pedir indicações a conhecidos. "Pesquise com amigos, parentes, vizinhos. Mas não deixe também de conversar com os pais de crianças já atendidas pela instituição", sugere a especialista.

Ela também acha necessário saber quantos profissionais a instituição designa para cuidar de cada criança – uma pessoa para três bebês é uma boa média - e a formação dos "cuidadores". "É importantíssimo que sejam pessoas capacitadas. Nessa fase, as crianças estão em pleno desenvolvimento, precisam ser estimuladas, incentivadas", explica.

Além disso, o espaço físico do berçário também deve ser avaliado: atente para escadas, desníveis ou qualquer outro fator que possa fazer seu filho se machucar. A psicóloga alerta, ainda, que o lugar precisa ser limpo e arejado.

É importante ainda que haja atividades que mexam com os sentidos da criança, a exemplo de utilização de brinquedos, música, decoração e contato humano.

Mais importante que todos esses requisitos, no entanto, é a mãe se sentir confiante em deixar o filho no estabelecimento escolhido. "O desconforto da mãe acabará sendo transmitido ao bebê", conclui Ely.

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