Final de semana com os filhos

Final de semana com os filhos

Atualizado: Quarta-feira, 29 Junho de 2011 as 9:07

Aproveitar ao máximo é o lema de muitos pais que trabalham fora e querem estreitar ainda mais os laços com seus pequenos

Você já ouviu falar em acampadentro? Esta é uma atividade indicada para crianças acima de 4 anos muito presente em escolas e em algumas igrejas, mas que pode perfeitamente ser levada para dentro de casa.

Um acampadentro garante o contato direto dos pais com a criança, além, claro, de ser um tempo de qualidade dispensado somente a ela. “Hoje, os pais pensam muito na falta de tempo para brincar com seus filhos, mas o mais importante não é a quantidade e sim a qualidade desse tempo”, explica a neuropsicóloga Cinthya Eder.

Com esta atividade, os pais já estão disponibilizando este tempo de qualidade simplesmente ao preparar toda a brincadeira. “Estes momentos lúdicos junto com os pais trabalham a autoestima da criança e ela crescerá mais segura e confiante, acreditando que ela faz parte deste contexto familiar”, explica a Cinthya.

E como fazer isso? É simples, veja algumas dicas:

1 – Arme uma barraca na sala ou em algum espaço maior dentro de casa (se não estiver frio, o quintal também é indicado);

2 - Utilize recursos de um acampamento, como lanterna e comidas prontas;

3 – Se for no quintal, uma fogueira é uma ótima opção, mas cuidado com a criança;

4 – Escolha uma história e conte com requintes de detalhes, em forma de teatro;

5 – Escolha também uma brincadeira adequada à idade da criança, como corrida de saco, pega-pega, esconde-escode, caça ao tesouro ou até mesmo um grande quebra-cabeça, que envolva toda a família;

6 – Na hora de dormir, apague todas as luzes e deite ao lado da criança. Se pais e mães participarem juntos é ainda melhor.

Outra brincadeira que a neuropsicóloga indica é adivinhar o que o outro fez durante o dia. “A família se reúne à noite e um tenta adivinhar o que o outro fez. Isso estimula a comunicação e a amizade entre pais e filhos”, explica.

No caso de pais separados, Cinthya enfatiza que eles não devem deixar de fazer por medo da criança sentir falta da outra pessoa. “Deixar de fazer é ainda mais prejudicial a ela”.

Estimule seu filho a se desenvolver de forma saudável. Os momentos lúdicos ficam mais gravados na memória dele do que um sermão.    

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