Pessoas entendem de modo diferente o "fazer sexo"

Pessoas entendem de modo diferente o "fazer sexo"

Atualizado: Sexta-feira, 9 Abril de 2010 as 12

Novo estudo feito pelo "The Kinsey Institute", nos EUA, revela que pessoas não entram em acordo sobre o significado da expressão "fazer sexo". A pesquisa, realizada com homens e mulheres de idade entre 18 e 96 anos, questionou quais comportamentos sexuais se encaixariam na definição da expressão "fazer sexo".

Os pesquisadores estavam interessados em saber se homens e mulheres teriam definições diferentes ou se certos termos - como "orgasmo feminino", "ejaculação masculina", "ejaculação precoce" ou ainda "usar camisinha" - mudariam o significado da atividade sexual.

No geral, não houve uma diferença muito grande entre a opinião de homens e mulheres, e não existiu consenso em quais comportamentos seriam qualificados como sexo.

Entretanto, o curioso foi que nem todos os participantes da pesquisa concordaram que penetração vaginal é considerada "fazer sexo"; duas das dez pessoas não concordaram que sexo anal fosse considerado sexo e três das dez pessoas falaram "não" para sexo oral, como fizeram metade dos participantes sobre masturbação ser considerada "fazer sexo".

O homem mais velho e o mais novo responderam mais vezes "não" às perguntas. Além disso, poucas pessoas concordaram que penetração vaginal sem ejaculação masculina poderia significar "fazer sexo".

De acordo com o The Kinsey Institute, a conclusão foi que há uma necessidade excessiva de termos específicos de comportamento sexual na história, pesquisa, saúde e educação do sexo. Portanto, pesquisadores, educadores e médicos precisariam tomar mais cuidado e não prever que as próprias definições de "fazer sexo" terão o mesmo significado para participantes, estudantes ou pacientes.

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