Protetor com duração de 12 horas chega ao Brasil

Protetor com duração de 12 horas chega ao Brasil

Atualizado: Quinta-feira, 30 Outubro de 2008 as 12

Que tal aplicar uma única vez pela amanhã um protetor solar e só tirar à noite? Isto já é possível. A empresa Italiana ADA TINA apresenta aos brasileiros, o que existe de mais moderno e eficaz em proteção solar, o Normalize. Um produto único que atua por 12 horas, sem precisar de reaplicação a cada três horas, como acontece com os protetores existentes no mercado. As moléculas dos fotoprotetores possuem um mecanismo de transferência de átomos, que permite a absorção da radiação solar nociva e conseqüente transformação desta em calor, que é inofensivo, protegendo a nossa pele dos danos dos raios UV. A maioria dos fotoprotetores do mercado necessita de reaplicação, pois as moléculas dos filtros convencionais não são estáveis e após algumas horas de exposição ao sol ocorre a completa degradação das moléculas, deixando a pele desprotegida. Já o Normalize mantém a mesma proteção durante o tempo todo. Ele tem um mecanismo de proteção muito eficiente. Cria-se uma película sobre a pele que absorve e reflete a radiação solar, sem deixar que os seus componentes a atravessem e atinja a corrente sanguínea. Por isso, ele pode ser utilizado por qualquer pessoa, até por crianças a partir dos seis meses de idade.

Alguns fotoprotetores brasileiros atuam somente contra os raios UVB, que são sentidos na pele, pois causam vermelhidão e ardência. Por outro lado, a penetração dos raios UVA (energia fria) é imperceptível e indolor. Por isso, as pessoas acham que não há necessidade de se proteger deles, pois, também, as normas brasileiras não exigem que os protetores nacionais tenham esta função. Os raios UVA, no entanto, têm um alto poder de destruição das células, podendo atingir o DNA, além de causar o envelhecimento cutâneo da pele e, até, câncer. (Leia mais abaixo sobre raios ultravioletas).

O Normalize, porém, foi cuidadosamente projetado com base nas rigorosas normas européias e australianas de proteção solar, que exigem cuidados contra o comprimento de todos os raios. O UVB começa com 290 nanômetros (nm.) - medida utilizada para verificar o comprimento dos raios ultravioletas - e vai até 320 nm. O raio UVA2 vai de 320 nm até 340 nm. Poucos protetores no mercado atuam sobre estes dois comprimentos de ondas solares. O Normalize, entretanto, vai mais longe. Ele atua também sobre o raio UVA 1, que vai de 360 nm. até 400 nm. Logo, o produto apresenta a maior abrangência de comprimento de proteção contra os raios UVB, UVA e UVA 1. Existem também os raios UVC, que podem queimar totalmente a pele, mas são filtrados pela camada de ozônio.

Este lançamento italiano pode ser encontrado em três versões de FPS (Fator de Proteção Solar), que mede a proteção contra os raios UVB: 20, 30 e 60. O PPD é o método utilizado para medir o UVA na pele, que deve ser, no mínimo, 1/3 do FPS, ou seja, se um protetor solar tem 30 FPS, ele deve ter 10 PPD para garantir a proteção contra os raios UVA. O Normalize, por exemplo, oferece 30 de FPS e 15 PPD, ou seja, apresenta uma quantidade maior do que a exigida por pelas normas européias, sendo considerado ultraproteção. "Portanto, se o usuário quer evitar efetivamente o envelhecimento cutâneo e obter maior proteção contra os raios UVB, UVA e UVA1, deve procurar um produto que contenha na embalagem o PPD, que garante a proteção contra todos os raios", explica o diretor da ADA TINA e professor de Cosmetologia, Maurício Pupo.

 

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