"Israel e seu povo testemunham a fidelidade de Deus", diz vice-presidente dos EUA

Em um discurso recente, Mike Pence citou a passagem bíblica em que Ezequiel profetiza sobre os ossos secos e destacou a superação de Israel.

fonte: Guiame, com informações do Christian Today

Atualizado: Domingo, 23 Julho de 2017 as 1:47

Mike Pence é o atual vice-presidente dos Estados Unidos no governo Trunp. (Foto: Times of Israel)
Mike Pence é o atual vice-presidente dos Estados Unidos no governo Trunp. (Foto: Times of Israel)

Mike Pence disse que Deus impôs suas mãos na criação do Estado de Israel, enquanto ele homenageava o Estado judeu e se dirigiu ao grupo evangélico 'Cristão Unidos para Israel', durante o encontro anual da organização liderada pelo pastor norte-americano John Hagee, em Washington.

O vice-presidente também prometeu que o governo de Trump realmente fará a transferência da embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

"De fato, embora Israel tenha sido construído por mãos humanas, é impossível não sentir que em toda sua história está a mão que veio dos céus", disse Pence.

O grupo 'Cristãos Unidos por Israel' é composto em grande parte de evangélicos e se reuniu em Washington na última semana para celebrar o que seus membros consideram uma administração mais alinhada com seus valores.

De acordo com o site 'Religion News Service', Pence emocionou o público presente, citando a visão do Profeta Ezequiel sobre os ossos secos (Ezequiel 37): "Ezequiel profetizou: 'Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis".

"O Estado de Israel e seu povo testemunham a fidelidade de Deus, bem como os seus. Quão improvável foi o nascimento de Israel? Quão mais improvável foi sua sobrevivência e como contrariou todas as probabilidades, conseguindo prosperar?", lembrou ele em seu discurso.

Desde a fundação de Israel, Pence acrescentou, "o povo judeu impressionou o mundo com sua força de vontade e sua força de caráter".

Pence também prometeu que Trump não se esqueceu de sua promessa sobre a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém, uma medida que pode gerar protestos por parte dos palestinos.

"Não é uma questão de 'se'. É apenas 'quando' e como", disse ele ao comentar o assunto.

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