“Sobrevivemos a Faraó, vamos sobreviver à ONU também”, diz ministra em Israel

Ayelet Shaked alertou sobre a nova resolução da ONU que prejudica o Estado de Israel.

fonte: Guiame, com informações do Judios.org

Atualizado: Quarta-feira, 30 Agosto de 2017 as 4:40

A Ministra de Justiça denunciou a última resolução da ONU sobre Israel. (Foto: Reprodução).
A Ministra de Justiça denunciou a última resolução da ONU sobre Israel. (Foto: Reprodução).

A Ministra de Justiça de Israel disse que uma decisão do Conselho de Segurança da ONU, tomada essa semana, é um retrocesso para a história judaica. Ayelet Shaked se colocou contra a Resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O texto ordena Israel a suspender todos os edifícios que recebem refugiados no "território palestino" da Judéia e Samaria.

"Feliz Hanukkah para toda a nação judaica", disse Ayelet. "A resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovada antes do Hanukkah nos lembra a nossa história, mas desta vez somos fortes o suficiente e essa decisão não afetará nosso poder", declarou.

"Há algo muito triste e lamentável na votação do Conselho de Segurança, em relação a resolução anti-israelense. O mundo incentivou. Este é o momento que mostra toda a putrefação na ONU. Milhares de homens, mulheres e crianças estão sendo mortos na Síria, e essa organização nem sequer levanta a mão para ajudar”, denunciou.

"Mas quando se trata de prejudicar o estado judeu, eles fazem alguma coisa. E a Síria está protegendo isso, porque não há resoluções contra a última atualização, mas se for contra o único país democrático do Oriente Médio há dezenas de resoluções. Sobrevivemos ao Faraó, também vamos sobreviver a isso", concluiu Ayelet.

Os comentários da ministra combatem o fato do Tribunal Supremo decidir que os requerentes de asilo podem ser deportados para Ruanda e Uganda, mas não podem ficar presos por mais de dois meses se eles se recusarem a ir.

O Hanukkah, citado por Ayelet, celebra a “vitória da luz sobre a escuridão”, da pureza sobre a degeneração e da espiritualidade sobre o materialismo, além de marcar a luta dos judeus contra os seus opressores pelo direito de praticar sua religião livremente. A festa tem início no 25º quinto dia do Kislev, ou seja, o nono mês do calendário hebraico (que coincide com os meses de novembro ou dezembro).

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