Ana Hickmann doa 50 mil garrafas de água para as vítimas da chuva no RJ

Ana Hickmann doa 50 mil garrafas de água para as vítimas da chuva no RJ

Atualizado: Segunda-feira, 24 Janeiro de 2011 as 4:22

Ana Hickmann doou, na manhã deste domingo (23), 50 mil garrafas de água mineral de 500 ml aos desabrigados das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro.

A apresentadora levou os 25 mil litros à Cruz Vermelha, organização humanitária que está recebendo os donativos, no centro da cidade.

Muito bem recebida pelos voluntários que colaboram para organizar os donativos no local, a apresentadora conversou com o R7 sobre a iniciativa.

- Fiquei muito comovida quando vi a tragédia pela televisão. Coloquei no Twitter [rede social na qual tem mais de 500 mil seguidores] e logo várias pessoas sugeriram as doações. Disponibilizei meu escritório de São Paulo e, de sábado até segunda, recebemos alimentos, colchonetes, roupas e brinquedos.

Ana, então, se deu conta de que toda a doação ainda era insuficiente diante da tragédia.

- A galera, bem mobilizada, ajudou muito, mas, mesmo se eu triplicasse os donativos, ainda seria uma quantidade pequena.

A apresentadora do dominical Tudo É Possível (Record) teve então a ideia de doar água potável aos desabrigados.

- Pensamos: o que mais a gente pode fazer? Uma coisa que todos precisam agora é água potável. Água é a fonte da vida. Então, estamos hoje aqui doando 50 mil garrafas. Preferimos as garrafas de 500 ml pela praticidade no transporte.

Ana foi convidada a ir à Cruz Vermelha

Ana disse também que, em princípio, não tinha a intenção de levar a doação pessoalmente à Cruz Vermelha, mas que não quis negar o convite do presidente da organização humanitária.

- Vim, pessoalmente, não para fazer a entrega, mas porque recebi o convite. Eles disseram que se eu viesse, incentivaria mais pessoas a ajudarem. Respondi que, se esse era o propósito, eu viria, sim.

A loira recebeu um broche com o símbolo da Cruz Vermelha, vestiu o colete da instituição e se comprometeu a continuar na ação de assistência aos desabrigados.

- O trabalho não terminou, ele está começando. A parte mais difícil é fechar a contabilidade dos amigos e familiares perdidos, além de reconstruir das casas e das cidades. Não conheço a região serrana do Rio, mas quero ir depois que liberarem a entrada de outras pessoas.

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