Colômbia: Esposa de pastor assassinado fala sobre a restauração em sua vida

Colômbia: Esposa de pastor assassinado fala sobre a restauração em sua vida

Atualizado: Quarta-feira, 3 Fevereiro de 2010 as 12

No dia 21 de setembro de 2009, o marido de Glória, o pastor Manuel Camacho, da Igreja do Movimento Missionário Mundial em Choapal, foi assassinado. Ninguém foi preso pelo crime. Na véspera do Natal, Glória retornou, com seus dois filhos, à igreja que ele pastoreava. Glória compartilhou com a igreja suas lembranças de Manuel, e o que Deus fez em sua vida nos últimos meses.

Quando Glória terminou de falar, dois jovens choravam de alegria pelo perdão que o Senhor concede. Naquela véspera de Natal, duas pessoas entraram para a família do Senhor. ''Assim que deve ser; como Manuel gostaria que fosse: mais pessoas se rendendo aos pés do Senhor. Isso faz parte da colheita que o Senhor prometeu para este lugar'', disse Glória.

Ela acrescenta: ''Apesar de ser o primeiro Natal sem o meu marido, Deus me mostrou que não estou sozinha. Já chorei tanto, mas ele enxugou minhas lágrimas. Vocês, da Portas Abertas, fazem parte do 'lenço' que ele enviou para mim. As visitas me fortalecem tanto quanto os versículos bíblicos. Vocês me deram alimento e pagaram meu aluguel. Sinto que vocês também sentem falta de Manuel, e por essa razão me cobrem com amor''.

Glória consegue perceber que Deus tem outros planos para ela. Essa cristã sabe que pode confiar que Deus levantará uma nova liderança em Choapal, para dar prosseguimento ao trabalho que ela e seu marido iniciaram.

Glória e seus filhos irão morar em um vilarejo no departamento de Meta, onde vivem sua sogra e parte da família de seu marido. Os coordenadores regionais da Igreja do Movimento Missionário Mundial em Guaviare, onde o casal já trabalhou, sugeriu que ela não se envolva em nenhuma atividade ministerial até que a família se sinta forte o suficiente. Seus planos são de alugar uma casa pequena e encontrar um emprego para começar uma nova vida. ''Pensei que doeria mais nos primeiros dias após a morte de Manuel, mas agora sinto um vazio que cresce todos os dias. Tenho que me recuperar para que meus filhos creiam na restauração de Deus, assim como outros cristãos que também perderam um ente querido. Não vou parar de pregar, mas preciso me organizar, pois até agora não consegui pensar claramente'', diz Glória.

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