
De acordo com a agência de notícias missionádias Fides, um comitê para documentar a perseguição aos cristãos foi criado pelo governo iraquiano, visando medidas que contenham a violência e o abuso no país, principalmente em Bagdá.
O movimento começou com os alertas de um membro cristão do Parlamento Iraquiano e do líder do Patriarcado Caldeu, ambos preocupados em proteger os seguidores do Cristianismo.
O aumento no número de casos de sequestro e desapropriação ilegal de casas, propriedades e terras será o foco principal das inventigações. O comitê foi criado pelo primeiro-ministro Haydar al-Abadi e o patriarcado já entregou o
Em Bagdá, quatro cristãos foram sequestrados no período de duas semanas, sendo que foi foram encontrados mortos. Além disso, mais de 7 mil violações contra propriedades de cristãos foram registradas.
"Depois de décadas essa é a primeira vez que o governo investiga oficialmente a situação dos cristãos no país. Isso é muito positivo, sabendo que o estabelecimento do Estado Islâmico, desde junho de 2014, trouxe maior radicalização da sociedade iraquiana e impulsionou a corrupção organizada", informa a Portas Abertas.
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