Cresce campanha por libertação de sul-coreano e sua filha

Cresce campanha por libertação de sul-coreano e sua filha

Atualizado: Segunda-feira, 10 Outubro de 2011 as 10:25

Desde que o jornal The Dong-A Ilbo apresentou os problemas deles, no dia 3 de agosto, a campanha por seu resgate tem ganhado notoriedade.

A Igreja Hyundai, em Tongyeong, província de Gyeongsangnam-do, está à frente dessa campanha. A igreja disse na terça-feira: “Cerca de 75 mil pessoas colheram assinaturas em apenas quatro meses e nós esperamos que esse número chegue a 100 mil no mês que vem”.

Um em cada seis residentes de Tongyeong colheu assinaturas. De 19 a 23 de setembro, sete mil estudantes e professores uniram-se num trio elétrico, na Uiversidade de Masan, em Changwon, e na Escola Jeil de Educação Infantil para meninas, Escola Jeil de Ensino Médio e Escola Jeil de Ensino Médio para meninas.

A campanha para colher assinaturas começou em 25 de maio, em Tongyeong, com 22 mil pessoas ou 16 % da população da cidade participando. Centenas de pessoas visitaram a Igreja Hyundai todos os dias, para ver as fotos da família de Shin, as histórias deles e a situação nos campos de concentração da Coreia do Norte.

Uma fonte da igreja disse: “Cerca de trezentas pessoas da igreja do Rev. Bang Su-yeol estão seguindo a campanha de resgate de Shin e sua filha. Eu espero que a família de Shin possa voltar a Tongyeong no Natal”.

Campanhas para colher assinaturas, eventos de exibições e orações têm sido organizados por todo o país. Exibições de Shin foram organizadas na Universidade Nacional de Gyeongsang, de 25 de maio a 19 de junho, e na Hindol Igreja em Hwaseong, província de Gyeonggi, de 4 a 18 de julho.

A Comissão Nacional dos Direitos Humanos da Coreia do Sul organizará um seminário no dia 5 de outubro   campos de concentração do Norte, e negociará o resgate de Shin e sua filha. O Conselho Cristão de Kwangju também organizará um evento de oração pelo resgate no dia 9 de outubro.

O reverendo Bang disse: “A campanha pelo resgate de Shin e sua filha é parte de uma campanha pelos direitos humanos na Coreia do Norte e a reunificação dos planos. O governo e a legislação deveriam mostrar interesse por este assunto”.

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