
Os cristãos foram ameaçados de morte caso voltem para suas casas na vila Katin, na província Saravan, no Laos - mesmo se forem movidos de volta pelas autoridades.
Onze famílias cristãs sofreram meses de assédio, ameaças de confisco de gado e bens, e de detenção antes de serem expulsas de sua aldeia em janeiro. Na sequência da sua expulsão faltaram alimentos, abrigos e água suficiente para todos. As famílias foram informadas de que seriam autorizadas a retornar somente se abandonassem as suas crenças cristãs.
Alguns meses depois, funcionários do governo reuniram-se com as eles para discutir o seu regresso à Katin; os cristãos concordaram se cinco condições fossem cumpridas, incluindo o cessar de toda a perseguição anticristã. Porém os oficiais de Katin se recusaram a aceitar as condições, ameaçando que, se as autoridades agiram os cristãos deslocados de volta contra a vontade dos outros moradores, iriam atirar em cada crente que retornasse.
Tradução: Carla Priscilla Silva
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