
No início do mês, os resultados trágicos do rompimento das barragens no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG) comoveram todo o País.
No dia 5 de novembro, as barragens de Fundão e Santarém da Samarco — cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP — tiveram rompimentos que as levaram a despejar 62 milhões de metros cúbicos de resíduos de minério na região, impossibilitando também o uso da água pelos moradores.
O distrito de Bento Rodrigues ficou destruído, deixando centenas de pessoas desabrigadas. A lama tóxica também alcançou outros distritos da região, como Ponte do Gama, Águas Claras, Paracatu, Pedras e a cidade de Barra Longa. Os resíduos despejados no Rio Doce afetaram dezenas de cidades da Região Leste de Minas Gerais e também no Estado do Espírito Santo.
A tragédia trouxe uma grande comoção aos membros e líderes da Igreja do Evangelho Quadrangular. Em entrevista ao Guiame, a pastora Márcia Perozini, que está à frente da igreja de Ipatinga, localizada na região do Vale do Rio Doce (MG), afirmou que há uma intensa mobilização social para auxiliar as pessoas afetadas pelo rompimento da barragem.Neste domingo (15), a prefeitura de Mariana (MG) suspendeu o recebimento de doações às vítimas do rompimento das barragens na região. A administração municipal informou que o objetivo da decisão era verificar a quantidade de itens doados e se certificar de que estas atendem às necessidades das vítimas do desastre.
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