Cura de missionário surpreende médicos

Cura de missionário surpreende médicos

Atualizado: Sexta-feira, 26 Junho de 2009 as 12

Uma enfermidade quase dizimou a vida do missionário da Junta de Missões Mundiais no Sul da Ásia, Lian Godoi. Mas para honra e glória de Deus, o milagre aconteceu e o "susto" serviu para impactar pessoas naquela região submersa no ocultismo. Médicos, enfermeiras e várias outras pessoas testemunharam a ação poderosa de Deus diante do que, aos olhos do homem, parecia impossível.

Após uma cirurgia bem-sucedida, na vesícula, realizada no Brasil, Lian voltou ao Sul da Ásia com sua esposa, a missionária Ana. Ela conta que, 22 dias após chegarem, o missionário começou a sofrer dores muito fortes na barriga (oito vezes em um só dia). Elas duravam, em média, meia hora cada. O casal foi ao hospital, mas segundo a missionária, a médica diagnosticou, erroneamente, uma gastrite. Lian começou a apresentar mal-estar, dificuldade para dormir, algumas vezes sentia dores e os olhos e a pele foram amarelando.

O missionário recebeu a visita de sua mãe e, no dia de sua folga, foi levá-la para conhecer um ponto turístico a 60 km de sua casa e, no caminho, passou muito mal. "Mas o Pai usou um anjo para socorrê-los (um taxista), que levou o Lian e minha sogra a um hospital próximo e providenciou tudo para eles. Mais tarde, minha sogra me ligou dizendo que o diagnóstico era de pancreatite aguda e que o Lian seria removido, de ambulância, para outro hospital. Eu fiquei desesperada, mas minha sogra me disse que o Senhor já havia aberto o 'Mar Vermelho'", conta a esposa do missionário.

Nos três primeiros dias ele sentia dores intensas, teve febre, sua pressão alterava muito, sua pele e olhos ficaram ainda mais amarelados e as taxas de amilase estavam em 9.425 - o normal é abaixo de 460. Os médicos temiam por sua vida. Diante de toda esta ameaça, a família de Lian ainda tinha que enfrentar outro problema: o idioma. "Os médicos vinham ao quarto de 30 em 30 minutos e, às vezes, não compreendíamos nada do que eles falavam. Eu e minha sogra passávamos a noite toda clamando e louvando ao Pai, que nos fortalecia a cada dia. Tivemos medo, mas Ele estava conosco", revela a irmã Ana.

No quarto dia de internação as dores diminuíram e os médicos diziam que a recuperação estava sendo muito rápida; pois outras pessoas, com o mesmo quadro e risco de vida, levavam, em média, 15 dias para ficarem como Lian estava. O missionário aproveitou a oportunidade para testemunhar aos médicos e enfermeiras acerca do que Deus estava fazendo em sua vida.

Lian passou dez dias com sonda, sem poder comer e nem beber nada, mas Deus o fortalecia a cada dia. "Naquele tempo recebemos a visita de dois amigos chineses que ainda não são da família, e pudemos testemunhar do milagre que o Pai havia feito e do Seu amor", diz a missionária Ana.

Até o encerramento desta edição, o missionário esteve 17 dias internado. Mesmo após o cessar das dores, os exames de sangue indicavam taxas ainda muito alteradas. Os médicos não entendiam como ele apresentava melhoras, com alterações sanguíneas tão significativas. Depois descobriram que, após o pâncreas ter desinchado (chegou ao dobro do tamanho normal), o líquido que estava dentro dele saiu e provocou o aumento de glóbulos brancos.

"Como é bom nos sentirmos um só corpo, termos nossos pés firmados na Rocha e sabermos que nada pode nos separar do amor de Deus. Louvamos ao Pai pela vida de cada um que intercedeu e pela JMM, que nos apoiou o tempo todo", agradece a missionária.

O missionário recebeu alta e melhora dia após dia. Louvado seja o Senhor!

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