Editora da "Carta Missionária" vem à América do Sul atrás de histórias

Editora da "Carta Missionária" vem à América do Sul atrás de histórias

Atualizado: Terça-feira, 11 Outubro de 2011 as 3:05

A norte-americana Charlotte Ishkanian tem um trabalho com o qual muitos sonham: já viajou para mais de 120 países para contar boas histórias. Ela é editora do Informativo Mundial das Missões (também conhecido como Carta Missionária), um curto relato lido na maioria das congregações adventistas todos os sábados de manhã como forma de motivar o evangelismo global.

Nessa semana, ela passou pelo escritório da Divisão Sul-Americana, em Brasília, antes de sair, acompanhada pelo pastor Edison Choque (líder sul-americano de Missão Global) para visitar a região norte do Peru e a região centro-oeste do Brasil em busca de novas experiências de pessoas que enfrentam desafios para manter firme sua fé em Jesus Cristo. “O que eu mais gosto são histórias de crianças, pois são mais sinceras e falam a verdade. Histórias que mostram fé. Se a história me toca, eu escrevo”, afirma a simpática redatora que já escreveu e editou mais de três mil narrativas desde 1993.

 Mesmo envolvida com milhares de histórias, Charlotte não consegue se esquecer de um relato específico, colhido na Venezuela e publicado em 1995. É o relato da menina Inez Perez e Damaris Briceno, amigas que trabalhavam como colportoras e viveram uma experiência incrível. Charlotte decorou o testemunho das meninas que se depararam com bandidos em um lugar perigoso, mas não deixaram de destacar o amor divino pelos criminosos mesmo sob a mira de armas e ameaçadas de roubo e morte. Uma bíblia chegou a ser deixada com um dos bandidos. O mais surpreendente do relato é que o livro sagrado acabou voltando a ela, tempos depois, pelas mãos do mesmo ex-criminoso mascarado, agora um convertido.

 A editora do Informativo Mundial das Missões afirma que as histórias que ela estará reportando nessa semana serão incluídas na edição do quarto trimestre de 2012 da lição da Escola Sabatina, livro estudado por quase 17 milhões de adventistas e simpatizantes em mais de 100 países.

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