Igreja sudanesa precisa de líderes preparados para ajudá-la a crescer

Igreja sudanesa precisa de líderes preparados para ajudá-la a crescer

Atualizado: Segunda-feira, 6 Setembro de 2010 as 9:50

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul.

O islã predomina no Norte, enquanto tradições tribais (animismo) e o cristianismo prevalecem no Sul.

A Igreja

Missionários cristãos converteram todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas - em especial a bruxaria - também ameaçam o cristianismo.

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm sido capazes de realizar ministérios significativos e de crescer em meio ao sofrimento. Católicos, episcopais, e a Igreja de Cristo no Sudão viram pessoas significativas se voltando a Cristo. Cruzadas evangelísticas têm sido realizadas na capital, e as igrejas têm se multiplicado rapidamente no sul. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento para a Igreja sudanesa.

Perseguição

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul.

O islã predomina no Norte, enquanto tradições tribais (animismo) e o cristianismo prevalecem no Sul.

A Igreja

Missionários cristãos converteram todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas - em especial a bruxaria - também ameaçam o cristianismo.

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm sido capazes de realizar ministérios significativos e de crescer em meio ao sofrimento. Católicos, episcopais, e a Igreja de Cristo no Sudão viram pessoas significativas se voltando a Cristo. Cruzadas evangelísticas têm sido realizadas na capital, e as igrejas têm se multiplicado rapidamente no sul. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento para a Igreja sudanesa.

Perseguição

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul.

O islã predomina no Norte, enquanto tradições tribais (animismo) e o cristianismo prevalecem no Sul.

A Igreja

Missionários cristãos converteram todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas - em especial a bruxaria - também ameaçam o cristianismo.

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm sido capazes de realizar ministérios significativos e de crescer em meio ao sofrimento. Católicos, episcopais, e a Igreja de Cristo no Sudão viram pessoas significativas se voltando a Cristo. Cruzadas evangelísticas têm sido realizadas na capital, e as igrejas têm se multiplicado rapidamente no sul. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento para a Igreja sudanesa.

Perseguição

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.

O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul.

O islã predomina no Norte, enquanto tradições tribais (animismo) e o cristianismo prevalecem no Sul.

A Igreja

Missionários cristãos converteram todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas - em especial a bruxaria - também ameaçam o cristianismo.

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm sido capazes de realizar ministérios significativos e de crescer em meio ao sofrimento. Católicos, episcopais, e a Igreja de Cristo no Sudão viram pessoas significativas se voltando a Cristo. Cruzadas evangelísticas têm sido realizadas na capital, e as igrejas têm se multiplicado rapidamente no sul. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento para a Igreja sudanesa.

Perseguição

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.

veja também