Jovens missionários norte-americanos participam de corrida mundial

Jovens missionários norte-americanos participam de corrida mundial

Atualizado: Sexta-feira, 1 Outubro de 2010 as 8:10

Em outubro, acontece o primeiro encontro de mais de 100 jovens, que no começo do ano irão para 11 países, em 11 meses, para o que eles chamam de The World Race. É essa uma iniciativa do Ministério de Aventuras em Missões (AIM), uma organização interdenominacional de missões com base na Geórgia (EUA), que incide sobre o discipulado.

A AIM enfatiza a oração e as relações no seu trabalho entre os pobres. Desde que foi criada em 1989, tem levado mais de 80 mil pessoas para o campo missionário, alguns por mais curto que uma semana e outras por um ano ou mais. Através de 14 bases em todo o mundo, o AIM tem privilegiado lugares onde o mínimo de missões é executado. Como meta, acreditam que ao darem assistência aos órfãos, trazerem esperança aos desesperados, e orar pelos enfermos, vidas são transformadas.

De acordo com o diretor executivo da AIM, Seth Barnes, o programa é um "processo de iniciação" que leva os participantes a uma "peregrinação épica." Eles serão divididos entre duas rotas, sujeitas à mudança. Um percurso levará mais de 90 participantes para a Índia, Nepal, Indonésia, Malásia, Austrália, África do Sul, Moçambique, Suazilândia, Romênia, Ucrânia e Irlanda. O outro irá percorrer Haiti, República Dominicana, Equador, Peru, Bolívia, Camboja, Indonésia, Tailândia, Tanzânia, Quênia e Uganda.

Com orçamento limitado, os participantes serão divididos em equipes menores e viverão juntos dormindo em barracas ou em albergues. O ministério será tão variado como as localidades. Os participantes se envolverão em tudo, desde cavar latrinas, serviços de garçons e jogos com órfãos à pregações formais. Eles irão servir em qualquer área que possa dar suporte às igrejas locais e missionários associados. “Eles estarão entre os mais pobres dos pobres, farão amizade entre aqueles que não têm amigos, e em meio a tristeza e a dor, sentirão Deus de uma maneira nova, sem as armadilhas do sucesso”, explica Barnes.

Motivos para ir à Corrida Mundial variam. Natalie Dache, de Fairfax, Va., relata em seu blog: "Eu vinha acompanhando o Race desde 2006. Fiquei fascinada, e não via a hora de completar 21 anos para ser autorizada a participar . Missões é algo que está no meu coração. Sempre me vi como uma missionária".

Jeff Wickham de Bellbrook, Ohio, tinha decidido fazer uma pausa a partir de seus estudos na Universidade Estadual de Ohio, mas não sabia o que fazer em seu lugar. "Eu queria ter o poder de impacto na vida das pessoas. Queria a liberdade de trabalhar em situações que exigissem o meu máximo", escreve ele, que foi avisado sobre o site do projeto por amigos da família. "Quanto mais pesquisava, mais blogs eu lia e vídeos assistia. Fiquei muito empolgado. Não posso descrever os sentimentos de alívio, emoção e temor que senti quando recebi o telefonema informando-me da minha aceitação", festeja o rapaz.

Em outubro, acontece o primeiro encontro de mais de 100 jovens, que no começo do ano irão para 11 países, em 11 meses, para o que eles chamam de The World Race. É essa uma iniciativa do Ministério de Aventuras em Missões (AIM), uma organização interdenominacional de missões com base na Geórgia (EUA), que incide sobre o discipulado.

A AIM enfatiza a oração e as relações no seu trabalho entre os pobres. Desde que foi criada em 1989, tem levado mais de 80 mil pessoas para o campo missionário, alguns por mais curto que uma semana e outras por um ano ou mais. Através de 14 bases em todo o mundo, o AIM tem privilegiado lugares onde o mínimo de missões é executado. Como meta, acreditam que ao darem assistência aos órfãos, trazerem esperança aos desesperados, e orar pelos enfermos, vidas são transformadas.

De acordo com o diretor executivo da AIM, Seth Barnes, o programa é um "processo de iniciação" que leva os participantes a uma "peregrinação épica." Eles serão divididos entre duas rotas, sujeitas à mudança. Um percurso levará mais de 90 participantes para a Índia, Nepal, Indonésia, Malásia, Austrália, África do Sul, Moçambique, Suazilândia, Romênia, Ucrânia e Irlanda. O outro irá percorrer Haiti, República Dominicana, Equador, Peru, Bolívia, Camboja, Indonésia, Tailândia, Tanzânia, Quênia e Uganda.

Com orçamento limitado, os participantes serão divididos em equipes menores e viverão juntos dormindo em barracas ou em albergues. O ministério será tão variado como as localidades. Os participantes se envolverão em tudo, desde cavar latrinas, serviços de garçons e jogos com órfãos à pregações formais. Eles irão servir em qualquer área que possa dar suporte às igrejas locais e missionários associados. “Eles estarão entre os mais pobres dos pobres, farão amizade entre aqueles que não têm amigos, e em meio a tristeza e a dor, sentirão Deus de uma maneira nova, sem as armadilhas do sucesso”, explica Barnes.

Motivos para ir à Corrida Mundial variam. Natalie Dache, de Fairfax, Va., relata em seu blog: "Eu vinha acompanhando o Race desde 2006. Fiquei fascinada, e não via a hora de completar 21 anos para ser autorizada a participar . Missões é algo que está no meu coração. Sempre me vi como uma missionária".

Jeff Wickham de Bellbrook, Ohio, tinha decidido fazer uma pausa a partir de seus estudos na Universidade Estadual de Ohio, mas não sabia o que fazer em seu lugar. "Eu queria ter o poder de impacto na vida das pessoas. Queria a liberdade de trabalhar em situações que exigissem o meu máximo", escreve ele, que foi avisado sobre o site do projeto por amigos da família. "Quanto mais pesquisava, mais blogs eu lia e vídeos assistia. Fiquei muito empolgado. Não posso descrever os sentimentos de alívio, emoção e temor que senti quando recebi o telefonema informando-me da minha aceitação", festeja o rapaz.

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