Mulher arrecada 120 kg de alimentos em um dia para projetos sociais na ExpoEvangélica

Empenhada com a visão social da ExpoEvangélica, Val mobiliza sua família, amigos e vizinhos para arrecadar alimentos para projetos apoiados pela feira.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Quarta-feira, 7 Agosto de 2019 as 2:35

A visão humanitária e social da ExpoEvangélica tem atraído pessoas pela generosidade, como a Val. Há três anos, ela arrecada alimentos para ajudar as instituições apoiadas pelo evento: o Projeto África, a ONG Missionários do Sertão, a Cidade da Criança e o Projeto Ebenézer, de recuperação química. 

Somente no último dia do evento, 6 de julho, Val levou mais de 120 kg de alimentos para beneficiar os projetos sociais. “Cada vez que eu venho, mais eu me apaixono pelo evento e mais eu fico envolvida”, disse Val em entrevista ao Guiame.

Sua parceria com a ExpoEvangélica começou quando ela conheceu o presidente da feira, Francisco Everton e sua esposa, Suelda, que a convidaram para conhecer o evento.

Em sua primeira participação, ela se empenhou na arrecadação de alimentos e visitou o Centro de Eventos do Ceará todos os dias. No ano passado ela não pode estar presente por questões de saúde, mas ainda assim arrecadou mais alimentos. 

Esse ano, Val conseguiu superar a meta dos anos anteriores e já está pensando em aumentar a arrecadação em 2020. “Eu coloco nas redes sociais, peço e quando eu vejo, já tem um montante muito grande. Isso me faz muito bem”, destaca.

Val foi criada aprendendo a repartir com os necessitados, e foi isso o que ela repassou para seus filhos gêmeos. “Desde pequenininhos, uma roupa que não servia mais ou um brinquedo que não estavam usando, eu os ensinava a doar”, conta.

O mesmo acontece com os alimentos que vão para a ExpoEvangélica. Os meninos ajudam a mãe e também pedem doações para os vizinhos, amigos e familiares. “Eles se empenham mesmo”, disse Val. “Estou criando dois seres humanos que estão prontos para ajudar”.

Para aqueles que querem ajudar, mas não sabem por onde começar, Val deixa um incentivo: “A gente não precisa vir para uma feira que está arrecadando. Você começa a ajudar às vezes um vizinho, uma pessoa que está passando na rua, e isso desperta. Às vezes a pessoa está tão triste, e quando começa a ajudar, seja com um alimento, roupa ou calçado, vai abrindo outras fronteiras, como foi meu caso”.

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