O evangelho de índios a pescadores

O evangelho de índios a pescadores

Atualizado: Segunda-feira, 24 Junho de 2013 as 7:09

sepalA mobilização evangelista está entre os trabalhos desenvolvidos pela Sepal. Pertencentes a diferentes denominações e engajados em ministérios variados, os missionários são plenamente comprometidos com a visão da missão: alcançar as nações.
 
A seguir, conheça três ações que além de levarem o evangelho a populações carentes, também prestam serviços nas áreas de saúde, educação, alimentação, vestuário, entre outros.
 
Índios vistos com compaixão
 
No norte do Brasil, em Roraima, em parceria com a MEVA (Missão Evangélica da Amazônia), a Sepal desenvolve um trabalho com tribos indígenas variadas. Uma equipe de até quatro componentes, formada exclusivamente por médicos e dentistas, vai até essas tribos para prestar atendimentos de saúde e levar o Evangelho de Jesus Cristo. O grupo é todo formado por voluntários recrutados pelo Ministério de Daniel Schimenes, em São Paulo. Em geral, eles ficam de uma semana a quinze dias entre os índios, que na sua grande maioria não falam português.
 
Apesar do custo para esse trabalho ser elevado em termos de estrutura e também de existirem dificuldades ocasionadas pelas diferenças culturais, os missionários não se intimidam.
 
“A mudança não é radical e nosso objetivo não é mudar a cultura das tribos. Mas é bom ver, por exemplo, que homens indígenas, antes com comportamento agressivo, passaram a tratar melhor as suas mulheres e filhos”, afirma Daniel.
 
Falta de recursos não impede trabalho com pescadores
 
Outra mobilização missionária Sepal e também coordenada pelo dentista Daniel Schimenes, é a que ocorre em Cananeia, divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná. No local, as ações acontecem há 11 anos e atendem a seis vilas de pescadores carentes.
 
“Fazemos trabalhos com crianças, evangelismo pessoal, atendimento médico e dental,  construção de casas e quadras multifuncionais, além de projetos de autossustentabilidade. Também reformamos escolas, visitamos casas e compartilhamos o amor de Deus num lugar muito bonito, porém carente”, informa o dentista. “Os recursos são limitados para a realização de nossas ações, mas ainda assim, não nos desanimamos de seguir com nosso trabalho e de transmitir o evangelho de maneira clara”, salienta Schimenes.
 
Desde o início da mobilização, já foram enviadas às vilas de pescadores 72 equipes com mais de 1000 voluntários. Este trabalho só é possível com a parceria da MEAP (Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores), missão que trabalha no local.
 

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