"O primeiro amor continua", afirma representante do Lar Batista de SP

"O primeiro amor continua", afirma representante do Lar Batista de SP

Atualizado: Quarta-feira, 6 Outubro de 2010 as 4:52

Fundado em 1941 por missionários, o Lar Batista é uma entidade social sem fins lucrativos, que atende crianças e adolescentes de até 18 anos.

Em entrevista ao GUIA-ME, Mirian Moreno Ribeiro, representante do Lar Batista explicou melhor como é desenvolvido o trabalho na instituição.

Guia-me: Quais são e como são executados os projetos do Lar Batista?

Mirian Moreno: Temos um trabalho de abrigos para crianças. A criança é tirada de alguma situação de risco e encaminhada por órgãos públicos aos abrigos. Temos seis abrigos no Estado de São Paulo. Temos três creches, onde acolhemos as crianças pequenas, cujos pais trabalham, e elas passam o dia inteiro conosco.

Também temos dois CCA - Centro da Criança e do Adolescente - que atendem crianças e adolescentes quando não estão no período da escola. Eles saem da escola, vêm para uma das nossas unidades - uma em Mogi e outra em Campo Limpo - e ali recebem reforço escolar, cursos profissionalizantes, lazer, esporte, enfim, tudo para que não fiquem na rua. O Lar Batista tem esse trabalho diferenciado com abrigos onde crianças moram conosco, creches e CCA. São cerca de 1000 / 1100 crianças atendidas.

Guia-me: Como o Lar Batista se mantém?

MM: Muitas igrejas evangélicas nos auxiliam, algumas empresas e pessoas físicas são parceiros fieis e mensalmente nos enviam a colaboração. Temos também os convênios com prefeitura e com o Estado.

Guia-me: Os convênios governamentais têm maior peso para instituições sociais?

MM: Sem dúvida. Nós temos mais de cem funcionários para cuidar de todas essas crianças e desses projetos. É uma demanda grande para uma instituição filantrópica e é preciso contar com a parceria do governo.

Guia-me: Ensino religioso faz parte do plano de trabalho do Lar?

MM: Somos conscientes de que não podemos impor religiosidade, mas falamos de um criador Supremo, do nosso Deus que sustenta o universo. Cuidamos do intelecto, do físico e também do espiritual das crianças. Enquanto são pequenos eles são levados. A partir da idade adolescente, eles têm total liberdade de ir e aceitar ou não àquilo que o lar oferece.

Guia-me: O que a senhora acredita que motivou e continua motivando os organizadores e voluntários?

MM: Creio que foi o primeiro amor, de quando foi o fundado o Lar Batista por uma necessidade muito grande de orfanatos na época. Esse amor de dar abrigo e cuidar de crianças órfãs continua até hoje. Foi passado esse amor há quase 70 anos atrás e hoje ele continua. Nós somos contagiados e eu creio que também poderemos contagiar novas gerações a esse amor pela criança/adolescente na questão de ajudá-los a ter um norte na vida.

Guia-me: Crê que há falta de interesse das pessoas na área de ação social?

MM: Não interesse, mas falta de conhecimento. Pode ser que as pessoas não conheçam o trabalho social, mas a partir do momento que você o mostra o trabalho, esse amor nasce e renasce nas pessoas e aí há uma colaboração, não só em dinheiro, mas também com profissionais que se doam.

Por Juliana Simioni

Fundado em 1941 por missionários, o Lar Batista é uma entidade social sem fins lucrativos, que atende crianças e adolescentes de até 18 anos.

Em entrevista ao GUIA-ME, Mirian Moreno Ribeiro, representante do Lar Batista explicou melhor como é desenvolvido o trabalho na instituição.

Guia-me: Quais são e como são executados os projetos do Lar Batista?

Mirian Moreno: Temos um trabalho de abrigos para crianças. A criança é tirada de alguma situação de risco e encaminhada por órgãos públicos aos abrigos. Temos seis abrigos no Estado de São Paulo. Temos três creches, onde acolhemos as crianças pequenas, cujos pais trabalham, e elas passam o dia inteiro conosco.

Também temos dois CCA - Centro da Criança e do Adolescente - que atendem crianças e adolescentes quando não estão no período da escola. Eles saem da escola, vêm para uma das nossas unidades - uma em Mogi e outra em Campo Limpo - e ali recebem reforço escolar, cursos profissionalizantes, lazer, esporte, enfim, tudo para que não fiquem na rua. O Lar Batista tem esse trabalho diferenciado com abrigos onde crianças moram conosco, creches e CCA. São cerca de 1000 / 1100 crianças atendidas.

Guia-me: Como o Lar Batista se mantém?

MM: Muitas igrejas evangélicas nos auxiliam, algumas empresas e pessoas físicas são parceiros fieis e mensalmente nos enviam a colaboração. Temos também os convênios com prefeitura e com o Estado.

Guia-me: Os convênios governamentais têm maior peso para instituições sociais?

MM: Sem dúvida. Nós temos mais de cem funcionários para cuidar de todas essas crianças e desses projetos. É uma demanda grande para uma instituição filantrópica e é preciso contar com a parceria do governo.

Guia-me: Ensino religioso faz parte do plano de trabalho do Lar?

MM: Somos conscientes de que não podemos impor religiosidade, mas falamos de um criador Supremo, do nosso Deus que sustenta o universo. Cuidamos do intelecto, do físico e também do espiritual das crianças. Enquanto são pequenos eles são levados. A partir da idade adolescente, eles têm total liberdade de ir e aceitar ou não àquilo que o lar oferece.

Guia-me: O que a senhora acredita que motivou e continua motivando os organizadores e voluntários?

MM: Creio que foi o primeiro amor, de quando foi o fundado o Lar Batista por uma necessidade muito grande de orfanatos na época. Esse amor de dar abrigo e cuidar de crianças órfãs continua até hoje. Foi passado esse amor há quase 70 anos atrás e hoje ele continua. Nós somos contagiados e eu creio que também poderemos contagiar novas gerações a esse amor pela criança/adolescente na questão de ajudá-los a ter um norte na vida.

Guia-me: Crê que há falta de interesse das pessoas na área de ação social?

MM: Não interesse, mas falta de conhecimento. Pode ser que as pessoas não conheçam o trabalho social, mas a partir do momento que você o mostra o trabalho, esse amor nasce e renasce nas pessoas e aí há uma colaboração, não só em dinheiro, mas também com profissionais que se doam.

Por Juliana Simioni

Fundado em 1941 por missionários, o Lar Batista é uma entidade social sem fins lucrativos, que atende crianças e adolescentes de até 18 anos.

Em entrevista ao GUIA-ME, Mirian Moreno Ribeiro, representante do Lar Batista explicou melhor como é desenvolvido o trabalho na instituição.

Guia-me: Quais são e como são executados os projetos do Lar Batista?

Mirian Moreno: Temos um trabalho de abrigos para crianças. A criança é tirada de alguma situação de risco e encaminhada por órgãos públicos aos abrigos. Temos seis abrigos no Estado de São Paulo. Temos três creches, onde acolhemos as crianças pequenas, cujos pais trabalham, e elas passam o dia inteiro conosco.

Também temos dois CCA - Centro da Criança e do Adolescente - que atendem crianças e adolescentes quando não estão no período da escola. Eles saem da escola, vêm para uma das nossas unidades - uma em Mogi e outra em Campo Limpo - e ali recebem reforço escolar, cursos profissionalizantes, lazer, esporte, enfim, tudo para que não fiquem na rua. O Lar Batista tem esse trabalho diferenciado com abrigos onde crianças moram conosco, creches e CCA. São cerca de 1000 / 1100 crianças atendidas.

Guia-me: Como o Lar Batista se mantém?

MM: Muitas igrejas evangélicas nos auxiliam, algumas empresas e pessoas físicas são parceiros fieis e mensalmente nos enviam a colaboração. Temos também os convênios com prefeitura e com o Estado.

Guia-me: Os convênios governamentais têm maior peso para instituições sociais?

MM: Sem dúvida. Nós temos mais de cem funcionários para cuidar de todas essas crianças e desses projetos. É uma demanda grande para uma instituição filantrópica e é preciso contar com a parceria do governo.

Guia-me: Ensino religioso faz parte do plano de trabalho do Lar?

MM: Somos conscientes de que não podemos impor religiosidade, mas falamos de um criador Supremo, do nosso Deus que sustenta o universo. Cuidamos do intelecto, do físico e também do espiritual das crianças. Enquanto são pequenos eles são levados. A partir da idade adolescente, eles têm total liberdade de ir e aceitar ou não àquilo que o lar oferece.

Guia-me: O que a senhora acredita que motivou e continua motivando os organizadores e voluntários?

MM: Creio que foi o primeiro amor, de quando foi o fundado o Lar Batista por uma necessidade muito grande de orfanatos na época. Esse amor de dar abrigo e cuidar de crianças órfãs continua até hoje. Foi passado esse amor há quase 70 anos atrás e hoje ele continua. Nós somos contagiados e eu creio que também poderemos contagiar novas gerações a esse amor pela criança/adolescente na questão de ajudá-los a ter um norte na vida.

Guia-me: Crê que há falta de interesse das pessoas na área de ação social?

MM: Não interesse, mas falta de conhecimento. Pode ser que as pessoas não conheçam o trabalho social, mas a partir do momento que você o mostra o trabalho, esse amor nasce e renasce nas pessoas e aí há uma colaboração, não só em dinheiro, mas também com profissionais que se doam.

Por Juliana Simioni

Fundado em 1941 por missionários, o Lar Batista é uma entidade social sem fins lucrativos, que atende crianças e adolescentes de até 18 anos.

Em entrevista ao GUIA-ME, Mirian Moreno Ribeiro, representante do Lar Batista explicou melhor como é desenvolvido o trabalho na instituição.

Guia-me: Quais são e como são executados os projetos do Lar Batista?

Mirian Moreno: Temos um trabalho de abrigos para crianças. A criança é tirada de alguma situação de risco e encaminhada por órgãos públicos aos abrigos. Temos seis abrigos no Estado de São Paulo. Temos três creches, onde acolhemos as crianças pequenas, cujos pais trabalham, e elas passam o dia inteiro conosco.

Também temos dois CCA - Centro da Criança e do Adolescente - que atendem crianças e adolescentes quando não estão no período da escola. Eles saem da escola, vêm para uma das nossas unidades - uma em Mogi e outra em Campo Limpo - e ali recebem reforço escolar, cursos profissionalizantes, lazer, esporte, enfim, tudo para que não fiquem na rua. O Lar Batista tem esse trabalho diferenciado com abrigos onde crianças moram conosco, creches e CCA. São cerca de 1000 / 1100 crianças atendidas.

Guia-me: Como o Lar Batista se mantém?

MM: Muitas igrejas evangélicas nos auxiliam, algumas empresas e pessoas físicas são parceiros fieis e mensalmente nos enviam a colaboração. Temos também os convênios com prefeitura e com o Estado.

Guia-me: Os convênios governamentais têm maior peso para instituições sociais?

MM: Sem dúvida. Nós temos mais de cem funcionários para cuidar de todas essas crianças e desses projetos. É uma demanda grande para uma instituição filantrópica e é preciso contar com a parceria do governo.

Guia-me: Ensino religioso faz parte do plano de trabalho do Lar?

MM: Somos conscientes de que não podemos impor religiosidade, mas falamos de um criador Supremo, do nosso Deus que sustenta o universo. Cuidamos do intelecto, do físico e também do espiritual das crianças. Enquanto são pequenos eles são levados. A partir da idade adolescente, eles têm total liberdade de ir e aceitar ou não àquilo que o lar oferece.

Guia-me: O que a senhora acredita que motivou e continua motivando os organizadores e voluntários?

MM: Creio que foi o primeiro amor, de quando foi o fundado o Lar Batista por uma necessidade muito grande de orfanatos na época. Esse amor de dar abrigo e cuidar de crianças órfãs continua até hoje. Foi passado esse amor há quase 70 anos atrás e hoje ele continua. Nós somos contagiados e eu creio que também poderemos contagiar novas gerações a esse amor pela criança/adolescente na questão de ajudá-los a ter um norte na vida.

Guia-me: Crê que há falta de interesse das pessoas na área de ação social?

MM: Não interesse, mas falta de conhecimento. Pode ser que as pessoas não conheçam o trabalho social, mas a partir do momento que você o mostra o trabalho, esse amor nasce e renasce nas pessoas e aí há uma colaboração, não só em dinheiro, mas também com profissionais que se doam.

Por Juliana Simioni

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