Para se vingar da conversão da esposa, líder muçulmano ordena estupro à família de pastor

Mariam, a esposa do imã na aldeia de Musasa, deixou o Islã por um relacionamento pessoal com Jesus.

fonte: Guiame, com informações do Morning Star News

Atualizado: Terça-feira, 16 Março de 2021 as 1:06

Igreja ao lado de escola na vila de Odek, ao norte da capital de Uganda. (Foto: Reuters / James Akena)
Igreja ao lado de escola na vila de Odek, ao norte da capital de Uganda. (Foto: Reuters / James Akena)

O líder de uma mesquita enviou homens para estuprar três parentes do pastor de uma igreja, após sua esposa ter colocado sua fé em Cristo, informaram fontes ao Morning Star News.

Mariam Mbambu entregou sua vida a Jesus em 20 de janeiro de 2021 e foi batizada em 6 de fevereiro de 2021 na Catedral de Todos os Santos, Igreja de Uganda, no município de Kasese.

Mãe de cinco filhos, a mulher disse, em um relatório publicado na quinta-feira, que desde que fugiu de casa porque seu marido, imã Caled Bwambale Hussein, atentou contra a sua vida depois de saber de sua conversão em 14 de fevereiro de 2021.

“Quando meu marido me interrogou sobre ser cristã, recusei-me a responder”, disse Mbambu. “Logo um vizinho cristão me disse que meu marido queria me matar, e que eu deveria fugir com meus filhos. Na mesma noite, escapei com meus cinco filhos. Estou agradecida que a igreja nos recebeu”.

O pastor de Mariam, Rev. Nelson Walina, que supostamente recebeu ameaças do imã, disse ao MSN que a igreja não revelará o paradeiro da mulher. Ele afirmou que o Iman enviou homens para estuprar três de suas parentes de 19, 17 e 16 anos, como forma de infligir sofrimento à Igreja pela conversão de sua esposa ao cristianismo junto com seus cinco filhos.

Na quarta-feira (10 de março), o pastor Walina recebeu uma mensagem de texto ameaçadora do imã Hussein, que dizia: “Estou lhe dando duas semanas para enviar de volta minha esposa e filhos para mim. Caso contrário, ensinaremos uma lição que o fará se arrepender pelo resto da vida. Sua igreja também corre um grande risco”.

veja também