Pastores são presos na Índia sob falsa acusação de forçar conversões ao cristianismo

Sete membros das igrejas dos líderes também foram detidos pela polícia.

Fonte: Guiame, com informações de Internacional Christian ConcernAtualizado: quarta-feira, 19 de janeiro de 2022 15:10
Sete membros das igrejas dos líderes também foram detidos pela polícia. (Foto: International Christian Concern).
Sete membros das igrejas dos líderes também foram detidos pela polícia. (Foto: International Christian Concern).

Dois pastores foram presos no estado de Madhya Pradesh, na Índia, sob falsas acusações de converterem pessoas ao cristianismo à força. Outros sete cristãos, membros das igrejas dos líderes, também foram detidos pela polícia. As prisões aconteceram em dois episódios diferentes, na semana passada.

De acordo com a International Christian Concern, organização que monitora a perseguição religiosa no mundo, no dia 9 de janeiro, a polícia invadiu o culto na igreja doméstica do pastor Ramesh Vasuniya, na vila de Padalya, e o levou preso. Os policiais também prenderam outros cinco crentes que participavam da celebração.

O mesmo aconteceu em uma igreja na vila de Bisoli. O pastor Jansingh e dois membros, Ansingh e Mangu, foram levados pela polícia durante o culto. Quando a esposa de Jansingh perguntou qual o motivo da prisão, as autoridades responderam que o líder estava promovendo cultos em Bisoli, quando havia sido proibido de fazê-lo.

O pastor Jansingh, Ansingh e Mangu foram levados para a delegacia de polícia, onde foram espancados pelos agentes e ficaram gravemente feridos. No dia seguinte, os policiais revistaram a casa de Jansingh à procura de provas para as falsas acusações de conversão forçada.

Bíblias, um certificado de curso bíblico e outros documentos foram confiscados como evidências. Além disso, a polícia exigiu que a esposa do pastor pagasse 300 mil rúpias, a ameaçando de nunca mais voltar a vê-lo. 

Segundo líderes locais, os tribunais inferiores rejeitaram os pedidos de fiança de todos os nove cristãos presos. Agora, as famílias irão recorrer da decisão no Tribunal Superior.



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