Projeto social cristão incentiva crianças com necessidades especiais

Projeto social cristão incentiva crianças com necessidades especiais

Atualizado: Segunda-feira, 22 Agosto de 2011 as 11:43

Incentivar os alunos a participarem de atividades de ajuda ao próximo é um dos objetivos da Educação Adventista que visa o desenvolvimento integral do ser humano. Pensando nisso, alunos do Pré III do Colégio Adventista de Sinop, no norte do Estado, realizaram um projeto de nutrição e arte com crianças especiais da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), no mês de junho.

A iniciativa foi coordenada pela professora Karina Pablo e envolveu estudantes do Colégio Adventista de Sinop e crianças da APAE do município.

Foram realizadas aulas de conhecimentos sobre alimentação saudável através de frutas, verduras e legumes. Além disso, houve também músicas, aula de campo de hortifrutigranjeiros e troca de experiências com as crianças.

Conforme explica Cássia May, diretora da escola, o objetivo é promover a inclusão social. “É importantíssimo que as crianças aprendam, desde cedo, a participarem da inclusão social para que percebam que não importa quão diferentes elas sejam umas das outras, são filhas do mesmo Pai Celestial. Transmitir essa verdade contribui para que elas sintam prazer em ajudar os outros sem se preocupar com as diferenças físicas, sociais ou educacionais”, reforça Cássia.

A professora Célia Maciel, coordenadora do Colégio Adventista de Sinop, conta que no início as crianças ficaram um pouco receosas de se aproximar das crianças especiais, mas no decorrer da visita elas se abriram. “Elas se envolveram, ajudaram os amiguinhos que têm necessidades especiais com as pinturas, brincaram e se divertiram juntas”, compartilha.

Ângela relata que quando uma aluninha adventista pegou na mão de outra menina chamada Emily (criança especial) para ajudá-la com a pintura e as tintas, foi uma aula de aprendizado para ambas as partes.

“O que mais me emocionou foi ver a alegria das nossas crianças, que têm certas limitações, brincarem e interagirem com outras crianças. Gostaria que esse tipo de projeto acontecesse mais vezes na APAE”, emociona-se a professora Ângela Gomes.

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