Repressão aumenta para cristãos

Repressão aumenta para cristãos

Atualizado: Segunda-feira, 22 Novembro de 2010 as 4:45

O estado secular sírio tem sido um dos lugares mais livres no Oriente Médio para praticar religião. Mas uma recente repressão a cerca de um décimo das pessoas da Síria, é causa de nervosismo. Muitas construções que mantém serviços cristãos foram fechadas por não serem sancionadas oficialmente como igrejas.

Estrangeiros que servem em igrejas protestantes contaram que seus vistos não serão renovados por causa de um decreto que os bane de trabalhar pelo evangelho, como as igrejas protestantes são conhecidas.

Acampamentos de verão foram cancelados e as medidas foram tomadas unicamente contra as igrejas protestantes, que fornecem comida para os refugiados do Sudão e Iraque e trabalhadores exilados, assim como os Sírios. Dezenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram da Síria desde os ataques seguindo a invasão americana do Iraque em 2003.

Porém independente das igrejas locais, todos licenciados pela Sínodo Evangélico Nacional da Síria e Líbano (tradução livre) tem sido atingida, também. Nadim Nassar, um clérigo, disse que a tensão na região fez a vida mais difícil para todos os grupos protestantes. "O protestantismo tem sido visto como uma extensão do Ocidente e os grupos protestantes foram afetados por um retrocesso contra si".

A principal razão para a repressão é que os líderes católicos e ortodoxos, insatisfeitos com o sucesso dessas novas igrejas, reclamaram para o governo. A conversão de muçulmanos ao cristianismo é ilegal, mas as igrejas também têm um entendimento de que não deveriam persuadir a outros membros. Os protestantes parecem ter desconsiderado essa regra informal. "Temos igrejas o suficiente - mas os protestantes estão roubando nossas ovelhas", disse um pastor ortodoxo, que pediu para não ser identificado.

Tradução: Tatiane Lima

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