Mateus 11:3-6 " És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho."
João, o Batista, na prisão, teve dúvida, pediu a seus discípulos que conferissem a messianidade de Jesus.
O Senhor, não precisava fazê-lo, mas, anuiu, e descreveu o que estava realizando, prova de que era o grande libertador.
Entre as suas credenciais estava a pregação do evangelho aos pobres, portanto, o anúncio da libertação destes, pela chegada do Reino de Justiça; o Reino de Deus.
Pobre naquela fala significava a parte do povo de Deus que, por causa da desobediência dos líderes de Israel de promover o jubileu, tinham perdido acesso à terra, à liberdade e à remissão de suas dívidas.
Como consequência de tanta desobediência, Israel, agora, não passava de um povo dominado, com líderes cooptados pelos opressores.
Não há, em nossa realidade, nenhum sistema sócio-político-econômico-social que possa implantar tudo o que estava preconizado no jubileu, que deveria se repetir a cada 50 anos, para garantir a equidade em Israel.
Há, contudo, no mandamento do jubileu um princípio: a demanda imperativa de luta pela erradicação do estado de pobreza.
Como diz o dístico da organização que presido: "Como seguidores de Jesus Cristo e súditos de seu Reino, lutamos por um mundo que não tolere a pobreza."
É por essa lógica que norteio o meu voto.
- Ariovaldo Ramos
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