Vidas transformadas em Moçambique

Vidas transformadas em Moçambique

Atualizado: Segunda-feira, 20 Setembro de 2010 as 10:22

A Igreja Universal do Reino de Deus chegou à Moçambique em 1992, e, desde então, milhares de pessoas têm alcançado milagres por meio da fé no Senhor Jesus.

Recentemente, em Maputo, capital do país, um membro da Igreja se dirigia para uma concentração de fé, quando se deparou com o menino Pedro Rosa, de 10 anos, que, por sofrer de problemas cardíacos, estava com o abdome e o rosto totalmente inchados, a ponto de nem conseguir mais abrir os olhos normalmente

. Pedro residia com seus pais em Inhambane, província localizada ao Sul do país, que fica distante 530 quilômetros da capital. Ele se dirigiu a Maputo para realizar tratamentos, porém, não surtiam efeito. Ao ser convidado pelo membro da Igreja Universal para participar de uma reunião, o menino não hesitou e foi em busca da ajuda espiritual.

Quando entrou no templo, recebeu orações com imposição de mãos, passando a se sentir bem no mesmo instante. No decorrer dos dias o garoto desinchou e após um mês estava totalmente curado.

Mudança de conduta Além dos milagres físicos, o trabalho da Igreja Universal em Moçambique também promove o milagre da mudança de comportamento, ressocializando pessoas que são desprezadas pela sociedade.

É o caso do ex-presidiário, Carlos Calado Pedro (foto abaixo), que durante anos foi conhecido em Maputo como “BO”. Desde a adolescência, ele andou cercado por criminosos e passou a integrar uma quadrilha especializada em assaltos. Em 2003, foi preso, julgado e condenado a cumprir pena de 13 anos de reclusão, por ter sido flagrado dentro de uma viatura de polícia roubada. Na prisão, não recebia apoio da família nem dos colegas de crime.

Um dia, o companheiro de cela falou para ele sobre o trabalho realizado pela Igreja dentro do presídio. Carlos aceitou as orientações do amigo e começou a assistir aos cultos. “As palavras de fé que recebi me encorajavam ao arrependimento. Eles (os voluntários) também traziam jornais e revistas com mensagens que me consolavam nos momentos mais tristes e dolorosos”, lembra.

Por causa do bom comportamento que Carlos passou a demonstrar, os dirigentes do presídio permitiram que ele e outros colegas participassem das reuniões realizadas na Igreja local. Após cumprir cerca de sete anos do total da pena determinada, o novo convertido foi liberto e se entregou por completo ao Senhor Jesus. “Eu dou graças a Deus pelo milagre de estar liberto da prisão, tendo cumprido apenas seis anos e nove meses dos 13 anos de pena previstos na lei. Saio com a missão de ajudar os outros irmãos com o meu testemunho, como servo de Deus. Hoje, posso afirmar que a Igreja Universal desempenha um papel importante na transformação de vidas, bem como na sociedade em geral”, finaliza.

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