A grandeza espiritual do Templo de Salomão segundo Edir Macedo

A grandeza espiritual do Templo de Salomão segundo Edir Macedo

Atualizado: Quinta-feira, 29 Julho de 2010 as 9:56

Na Catedral da Fé, em Santo Amaro (SP), o bispo Edir Macedo começou a reunião com uma oração. Em seguida, todos os presentes cantaram a canção “Cidade Santa”, que fala sobre Jerusalém. Ele disse que a música será muito entoada no Templo de Salomão, a ser construído no bairro do Brás, na capital paulista.

O bispo falou que gostaria que todos compreendessem o significado e a grandeza do Templo. Disse ainda que o templo erguido por Salomão, no passado, restaurou a vida das pessoas, assim como acontecerá com o que vai ser erguido aqui: “Até mesmo o povo judeu terá a vida restaurada; não somente os cristãos”, acrescentou.

Ele relatou que o templo significava a presença de Deus com o Seu povo. E disse que o povo judeu traz dentro de si o sonho de vê-lo erguido.

“Quando ele estiver pronto, será como se você estivesse chegando ao Altar de Deus; tamanha será a sua grandeza!”, exclamou. Continuando, explicou: “O templo vai arremeter a fé atual para a fé antiga, pura, sem malícia”.

Neste aspecto, o bispo falou que há muitas pessoas com a fé misturada com a malícia, o que  as faz possuir uma fé caída. De acordo com o bispo, isso é muito grave, porque as pessoas conquistam coisas, mas devido à malícia, tudo acaba desandando, retrocedendo. “É mais difícil manter a fé do que tê-la. É como no casamento; casar é fácil, o difícil é manter-se casado”, comparou.  Depois, alertou: “Temos que estar imunes às malícias deste mundo.”

Para completar seu pensamento, usou a Palavra: “ É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor. Esses, todavia, como brutos irracionais, naturalmente feitos para presa e destruição, falando mal daquilo em que são ignorantes, na sua destruição também hão de ser destruídos, recebendo injustiça por salário da injustiça que praticam. Considerando como prazer a sua luxúria carnal em pleno dia, quais nódoas e deformidades, eles se regalam nas suas próprias mistificações, enquanto banqueteiam junto convosco; tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos; abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça (recebeu, porém, castigo da sua transgressão, a saber, um mudo animal de carga, falando com voz humana, refreou a insensatez do profeta). Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas...” (2 Pedro 2: 9-17)

Dando sequência, o bispo falou que a situação dos caídos na fé é pior do que a dos incrédulos, porque são pessoas que experimentaram o dom grandioso de Deus, mas que se deixaram levar pela malícia. Ele explicou ainda que no meio dos incrédulos, essas pessoas se mostram crentes, e no meio dos cristãos se mostram incrédulas; ou seja, são pessoas indefinidas na fé. “Se a fé estiver em baixa, a dúvida estará em alta, e vice-versa”, frisou.

Logo após, enfatizou que a vida da pessoa depende de sua própria fé, e comparou a fé com a qualidade do sangue no organismo: “Se ele (sangue) estiver bom, você terá uma qualidade de vida boa; mas se estiver cheio de gordura, sua saúde vai mal.”

Depois, ratificou: “Você precisa se vestir de convicção, chamada fé. O diabo sabe quando a pessoa está na fé, convicta, então ele se afasta. Mas, se estiver em dúvida, aí vem a insônia, as doenças, os problemas, etc.”

Para o bispo, a fé cristã não significa aderir a uma religião, mas aderir à fé viva no Senhor Jesus. Ele disse que “muitas pessoas começaram bem na fé, mas porque deram ouvidos às palavras maliciosas no coração, essas palavras começaram a destruir pouco a pouco a fé,  sendo isso muito mais difícil de se recompor.”

Finalizando, todos, em seguida, buscaram a presença do Espírito Santo. E a reunião fora encerrada da mesma maneira que iniciou: orando e entoando fortemente a canção “Cidade Santa”.

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