Alunos da UNASP se batizam em Hortolândia

Alunos da UNASP se batizam em Hortolândia

Atualizado: Segunda-feira, 13 Dezembro de 2010 as 11:55

Oito alunos decidiram se batizar no fim-de-semana de formatura, 11 de dezembro, com um detalhe: seis eram formandos da Educação Básica. Além disso, o apelo via Internet, feito do Brasil a irmã da batizanda Merielen de Sousa, que assistia dos Estados Unidos, emocionou o auditório de 1,2 mil pessoas. O culto aconteceu no IASP, o Campus Hortolândia do UNASP. A decisão surpreendeu pais, professores e colegas. “Antes de receber o diploma era preciso dizer ‘sim’ para Jesus”, falaram as gêmeas Marina Santos e Luciana Santos, nascidas com diferença de apenas um minuto, há 17 anos, em Belém do Pará. Vestidos de becas azuis, os alunos leram textos bíblicos relacionados com o batismo por imersão, registrados em Atos, Romanos e Colossenses.

O evento se distinguiu pelo clima criado pela execução de hinos tradicionais e pelo voto batismal transformado em sermão a cargo do diretor geral do IASP, pastor Alacy Barbosa. “Esta é a formatura dos céus. Por isso, ela é mais importante do que o juramento da formatura acadêmica”, pregou.

O impacto do simbolismo era evidente. “O ‘sim’ de vocês é um sonoro ‘não’ para a vida sem sentido. Através do batismo, vocês dizem que abrem mão de todos os prazeres, da diversão inconsequente, das amizades duvidosas, para experimentar a alegria do testemunho em Cristo”, exortou o diretor.

Após a congregação cantar acompanhada de 150 músicos do Coral Jovem e das Orquestras Sênior e Experimental do IASP, o pioneiro Moisés Prates, antigo professor que lecionou em aula inaugural do IASP, em 1949, participou da oração de dedicação, ao lado dos líderes, pastores e diretores de departamentos da instituição.

No impacto da melodia do “Oh! Que Belos Hinos”, a surda Laysla Monique Doná estava entre as pessoas que atenderam ao apelo feito pelo pastor Adalton Ferreira. Ela foi acompanhada da intérprete Márcia Camargo Sá que também se emocionou. Neste ano, 76 alunos foram batizados na instituição por influência direta dos professores, classes bíblicas e pequenos grupos.

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