
A presença de líderes religiosos na concentração da seleção brasileira na Copa América foi proibida pelo técnico Mano Menezes ainda antes do início do torneio. Apesar disso, o pastor Anselmo Alves esteve no hotel da equipe nacional nesta quinta, mas não entrou na ala dos atletas. O zagueiro Lúcio teve que ir ao restaurante para conversar com ele por causa do veto do treinador. Alves desfrutava de passe livre na Copa da África do Sul, em 2010
Com Dunga, o pastor frequentou o hotel da seleção em solo africano para dar "ajuda espiritual aos atletas". O auxiliar técnico Jorginho foi apontado como o responsável por aparelhar a delegação brasileira de evangélicos. Ele foi o responsável pela contratação de Marcelo Cabo para ser "espião" de Dunga na Copa.
Desconhecido no futebol, Cabo frequentava com Jorginho a Igreja Congregacional da Barra da Tijuca. O auxiliar técnico influiu até na escolha dos seguranças da seleção. Um deles foi colocado no posto por ser evangélico.
O grupo perdeu força com as saídas de Kaká e Felipe Mello, que faziam questão de sempre expressar a fé nas entrevistas coletivas
Antes de começar a Copa América, a CBF também alertou os jogadores para evitar comemorações com mensagens religiosas nos jogos.
A Fifa já censurou a CBF por causa das manifestações religiosas dos atletas dentro de campo. Depois da conquista da Copa das Confederações de 2009, a confederação pediu moderação na atitude dos atletas mais fiéis.
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