Bebê considerado morto nasce perfeito pela glória de Deus

Bebê considerado morto nasce perfeito pela glória de Deus

Atualizado: Segunda-feira, 21 Fevereiro de 2011 as 11:40

Emocionada, Nilda Jureives, de 42 anos, abraçava o apóstolo Valdemiro Santiago durante a concentração de fé realizada neste domingo, 13 de Janeiro de 2011, enquanto a filha, Pâmela, de 17 anos, segurava o motivo da comoção e felicidade de Nilda, o pequeno Isaque, de 11 meses de idade.

“Meu filho estava morto. Essa seria a segunda gravidez em que eu perderia o bebê por aborto natural.

Durante toda a gravidez, eu sofri sangramento intenso, tendo de abandonar minha vida, minha rotina diária e precisar enrolar uma toalha de banho no meio das minhas pernas para tentar estancar o tanto de sangue que escorria.

Comecei o pré-natal com hemorragia e dores e o médico me pediu um aborto com pílula, mas eu neguei, disse que se estava grávida, teria o bebê desta vez.

Fiz os primeiros exames e deu completa ausência de batimentos cardíacos fetais, como se o feto estivesse morto e teria de operar, mas eu não aceitei, decidi continuar com ele no meu ventre, eu o sentia, não era um bebê morto, mas sim problemas nos exames, era o que eu queria acreditar”.

Foi Pâmela, a filha de Nilda, quem conheceu primeiro a Igreja Mundial do Poder de Deus pela televisão. “Via o sofrimento da minha mãe e sabia que Deus poderia ajudar. Falei para ela para virmos até o Templo, para pedir oração, socorro a Deus”. Embora o sangramento impedisse Nilda de se locomover até a igreja, ela acompanhava o programa continuamente e diversas vezes tanto Nilda quanto os seus familiares entraram em contato por telefone com a Central de Orações da Igreja Mundial do Poder de Deus.

“Quando completei oito meses de gravidez, já clamava por meses o socorro de Deus”, diz Nilda, “quando sonhei com o Apóstolo e ele me dizia que eu teria meu filho.

As dores aumentaram demais e eu tive de ser levada às pressas para sala de cirurgia.

Peguei a minha toalhinha Sê Tu Uma Benção e apertei na mão, tentando me acalmar enquanto clamei a Deus uma última vez antes da cirurgia, onde pedi que não fosse pela minha fé, que é fraca, mas pela fé do Apóstolo Valdemiro Santiago que o meu filho estivesse vivo e nascesse bem.

Durante as contrações, a médica responsável pelo socorro me olhou e disse que minha barriga mexia com contrações, o médico que fazia meu pré-natal disse que eram espasmos do feto morto e eu falei que era porque meu filho queria nascer. Entrei no Centro Cirúrgico para trabalho de remoção, como eles diziam, mas tiveram de fazer um trabalho de parto porque meu filho estava vivo. Eu sangrava muito enquanto eles preparavam a mudança de cirurgia e pedi que meu marido me trouxesse uma nova toalhinha Sê Tu Uma Benção.

Ele correu em casa, pegou uma nova toalhinha e me trouxe enquanto eu ainda sofria na cama do hospital. A médica precisou fazer a cirurgia sem precisar de nenhum tipo de suporte ou respirador, meu filho simplesmente nasceu, como se fosse um parto normal, chorando como um bebê saudável.

Eu vi meu filho nascer”.

Devido a complicações no parto com a hemorragia e o fato de serem somente oito meses de gravidez, Nilda sofreu um choque hipovolêmico, que é causado pela perda de sangue contínua, que deixa o coração incapaz de fornecer sangue suficiente para o corpo.

Nilda permaneceu internada entre a vida e a morte das 3h da manhã do dia do parto a até 12h da tarde, necessitando de ressurreição induzida por equipamento de choque externo.

“Quando saí da mesa do hospital, minha maior alegria foi ver meu filho.

Embora ele tenha nascido com oito meses e tenha ficado alguns dias no hospital, ele não dependeu de incubadora ou respiradores nem de nenhum tipo de aparelhagem para sobreviver.

Meu bebê nasceu forte e saudável pela misericórdia de Deus”. Hoje, Isaque está para completar 1 ano de vida, pesando 13 kg e sem nenhum problema de saúde constatado.

veja também