Bíblica do Brasil deseja faturar 1 milhão de dólares até o final do ano

Bíblica do Brasil deseja faturar 1 milhão de dólares até o final do ano

Atualizado: Terça-feira, 19 Abril de 2011 as 8:54

A Bíblica do Brasil chamou a atenção do CEO mundial da Bíblica, o britânico Keith Danby, que veio ao país para conhecer de perto o publicitário Mario Barbosa que conseguiu acabar com a dívida de mais de 500 mil dólares da subsidiária brasileira, trazendo-a ao ponto de equilíbrio – e com a perspectiva de faturar 1 milhão de dólares neste ano.

Só no ano passado, a Bíblica Brasil vendeu mais de 800 mil cópias do livro sagrado, chegando a quase 10% dos 9 milhões de Bíblias distribuídas no Brasil. Também em 2010 o grupo conseguiu se reerguer e sair do vermelho.

A BB é responsável pela tradução e vendas de Bíblias que custam a partir de 16 reais por unidade – as versões mais bem trabalhadas, com capa especial, chegam a custar 38 reais cada. O portfólio não se esgota na edição tradicional – Novos Testamentos, DVDs e audiobooks também fazem parte do acervo.

A história da Bíblica no Brasil começou 16 anos atrás, quando a Sociedade Biblica Internacional – fundada em 1809, em Nova York – decidiu estabelecer operações no país para iniciar um esforço de tradução da Bíblia diretamente das línguas originais para o português.

O trabalho consumiu nada menos que 10 anos para ser completado. Cerca de 24 profissionais, entre tradutores e revisores, se envolveram na árdua tarefa de passar os textos das línguas originais – o hebraico, o aramaico e o grego – para o português. “Desde 2004, quando assumi, venho trabalhando para equilibrar as contas. No ano passado finalmente saímos do vermelho.

Agora estamos decolando”, conta Barbosa. O objetivo é aumentar ainda mais as vendas em 2011, chegando a 1,2 milhão de Bíblias distribuídas.

A Bíblia é uma empresa sem fins lucrativos, com mais de 200 anos de história e presença em 55 países, todo faturamento é revertido em investimentos para continuar divulgando a Palavra do Senhor. O grupo direciona verba para projetos sociais e distribui o livro sagrado gratuitamente a fieis que não têm recursos para comprá-lo. Mundialmente, a organização fatura mais de 70 milhões de dólares ao ano.

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