Cada vez mais europeus e americanos deixam a igreja de lado

Cada vez mais europeus e americanos deixam a igreja de lado

Atualizado: Terça-feira, 6 Janeiro de 2009 as 12

O presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia da Holanda informa que em 1950 mais da metade dos adventistas viviam na América do Norte, Europa e Austrália. Trinta anos depois, essa percentagem baixou para cerca de 30%. O decréscimo continuou até chegar a menos de 10% hoje em dia.

O problema não se restringe aos adventistas. Todos os grupos cristãos do Ocidente próspero estão experimentando mudanças para menos. Diz-se que apenas 38% dos americanos freqüentam regularmente a igreja (uma vez por semana). Na Europa, apenas dois países de maioria católica estão acima desta faixa: a Irlanda, com 56%, e a Polônia, com 54%. Os países historicamente ligados à Reforma alemã têm porcentagens muito baixas: Alemanha (9%), Suécia e Noruega (5%) e Dinamarca (3%). Apenas 32% dos italianos, 13% dos britânicos, 12% dos holandeses, 8% dos franceses e 2% dos russos têm o costume de participar semanalmente do culto cristão.

Este é um problema ligado, em grande parte, ao pós-modernismo e não necessariamente ao secularismo. A escritora inglesa Sarah K. Asaftei faz diferença entre secularismo (que leva à negação de Deus) e pós-modernismo, e explica que os pós-modernistas não negam a existência de Deus. Eles simplesmente não têm uma relação crescente com ele. Não rejeitam a verdade, porém não estão certos sobre onde encontrá-la.

Segundo a agência ABC News, os americanos que não freqüentam igrejas (mais de 60%) são os cristãos nominais, os secularistas e os pós-modernistas. A ciência adianta que a maioria dos americanos abaixo dos 30 anos é pós-modernistas. (

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