Cientista cristão responde questionamentos sobre o Gênenis

Cientista cristão responde questionamentos evolucionistas sobre o Gênesis

Atualizado: Segunda-feira, 27 Janeiro de 2014 as 10:16

Cientista cristão responde questionamentos evolucionistas sobre o GênesisPresidente do Museu da Criação e fundador do projeto apologético "Respostas em Gênesis", o cientista cristão, Ken Ham escreveu em um recente post de sua página, criticando um acadêmico por sua negligência quanto à autoridade bíblica para explicar a longevidade dos personagens bíblicos entre os capítulos 5 e 11 de Gênesis.
 
Ham apoia a literal interpretação bíblica da criação, citada em Gênesis e se posiciona contra atitudes que possam exibir a Bíblia como um livro não-confiável.
 
O cientista criacionista argumenta, citando o exemplo do artigo escrito por Jim Stump - um PhD em filosofia, da Universidade de Boston e gerente de conteúdos no grupo evolucionista "BioLogos".
 
Logo no início de seu artigo, Stump contesta a veracidade da contagem de anos nos tempos de Gênesis.
 
"É fato que, pessoas vivendo mais de 900 anos permanece em conflito com a aceitação da BioLogos sobre a ciência contemporânea. Eu deveria salientar que a nossa aceitação da ciência não implica em dizermos que Deus não faz milagres. Se Deus quisesse fazer com que Matusalém vivesse 969 anos, nós certamente acreditamos que Ele poderia intervir na ordem natural das coisas e fazer isso acontecer. Porém a questão é: saber se a mensagem é realmente esta", escreveu o acadêmico.
 
Segundo Ham, as palavras de Stump soaram para muitos como se ele insinuasse que qualquer um que acredite em uma tradução literal do livro de Gênesis rejeitasse a "ciência contemporânea".
 
"Se fosse verdade que os criacionistas bíblicos têm rejeitado tudo da ciência, não existiram cientistas criacionistas", disse.
 
Em seu artigo, Stump diz que não se sabe ao certo o que significaria para os antigos, o fato de atribuir estes números para a vida dos patriarcas e sugere que tais informações poderiam ser apenas simbolismos.
 
"Na verdade nós sabemos o que aqueles significam! Eles significam exatamente o que o texto diz. Os patriarcas viveram por centenas de anos, porque a expectativa de vida dos patriarcas foi maior logo após a queda", respondeu Ham.
 
Ham ainda contesta as afirmações de Stump, lembrando dos fatos como o registro da idade de Moisés ao falecer. 
 
"Moisés morreu com 120 anos de idade. Agora, isto também é apenas um número simbólico? Quando a genealogia bíblica se torna confiável novamente?", rebateu.
 
O cientista alerta a seus leitores para não serem levados por ideias "aparentemente tão elaboradas", as quais seriam nada mais que falhas e pecaminosas atitudes humanas, que não atentam para Deus e Sua Palavra.
 
"É arrogante é finito quando o homem pensa que pode dizer a Deus 'onde Ele teria errado'. Como é triste ver estudiosos cristãos pensarem que eles podem se colocar acima da infalibilidade de Deus", concluiu.
 
Com informações do Christian Post
 
*Tradução por João Neto

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