Confiando em Deus, pais se recusam a abortar bebê com malformação e filho nasce saudável

Aconselhados pelo médico a abortar, Christal e Bernard Dreye decidiram confiar em Deus e tiveram o filho, que hoje já está com 5 anos.

Fonte: Guiame, com informações de FaithPotAtualizado: quarta-feira, 29 de setembro de 2021 20:10
 Aconselhados pelo médico a abortar, Christal e Bernard Dreye decidiram confiar em Deus e tiveram o filho. (Foto: Reprodução).
Aconselhados pelo médico a abortar, Christal e Bernard Dreye decidiram confiar em Deus e tiveram o filho. (Foto: Reprodução).

Depois de terem sido aconselhados pelo médico a abortar um de seus gêmeos por apresentar uma malformação, os pais Christal e Bernard Dreye se emocionaram por segurar o filho recém-nascido saudável nos braços.

Christal e seu marido Bernard, ambos de 40 anos, ficaram maravilhados quando descobriram que haviam engravidado de gêmeos. Mas, quando a mãe realizou um ultrassom na 20ª semana, o casal foi surpreendido com uma notícia preocupante.

A médica informou que um dos bebês havia sido diagnosticado com espinha bífida, uma má formação na coluna que pode prejudicar o desenvolvimento da criança, e que já havia marcado uma consulta urgente com um especialista em fetos gêmeos. 

Como não conheciam a doença, o casal pesquisou “espinha bífida” no Google ao chegar em casa e ficaram arrasados com o que leram nas pesquisas. A irmã de Christal, que estava junto, os aconselhou a não lerem mais sobre a anomalia na internet e a consultarem um profissional para orientá-los.

Na consulta com o especialista, o diagnóstico do bebê se confirmou e o médico aconselhou os pais a abortarem o gêmeo com a malformação, argumentando que o bebê não teria uma boa qualidade de vida e que ficaria em uma cadeira de rodas com função cerebral mínima.

Além de ouvirem um conselho tão doloroso, o casal ainda recebeu detalhes de como seria realizada a interrupção da gravidez. De acordo com o médico, o processo envolveria a inserção de uma agulha no coração do bebê, o matando com o ar injetado no órgão. Após isto, a mãe teria que carregar o feto morto até o outro gêmeo nascer e durante o parto seria feita a retirada do filho morto. 


O casal Christal e Bernard e seus filho. (Foto: Reprodução/Facebook).

Porém, Christal e Bernard decidiram rejeitar o conselho do médico e confiar que Deus cuidaria de seu filho. A decisão de fé aconteceu depois que o casal recebeu um versículo de Jeremias 29:11 de um amigo, que dizia: “Pois eu sei os planos que tenho para ti, declara o Senhor, planos para te fazer prosperar e não te fazer mal, planos para te dar esperança e um futuro”.

Se apegando nesta passagem bíblica, os pais confiaram que Deus estava no controle de suas vidas e do futuro de seu bebê, não importando o que acontecesse. Christal deu à luz aos filhos gêmeos e ambos nasceram saudáveis. 

Depois de 3 dias do nascimento, o bebê com anomalia, chamado Deon, passou por sua primeira cirurgia para corrigir a malformação em suas costas. Logo depois, Deon fez outra cirurgia para a colocação de um sistema de drenagem para remover o excesso de fluido que havia se acumulado em seu cérebro. 

Após a fisioterapia intensiva, aos 2 anos e meio de idade, Deon começou a andar, contrariando o diagnóstico médico. “Senti tanta alegria nesses momentos”, disse Christal, que chegou a desejar voltar aos médicos e mostrar o quanto estavam errados.

Hoje, com 5 anos, Deon está se desenvolvendo, mas devido a cirurgia nas costas e ao implante, ele não pode praticar esportes. A mãe aconselha que pais em situação semelhante a dela permaneçam sempre com esperança e que não levem tão a sério o diagnóstico do médico sobre a qualidade de vida do filho.

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