Conheça um guia bíblico para a solução de conflitos na igreja

Conheça um guia bíblico para a solução de conflitos na igreja

Atualizado: Segunda-feira, 8 Agosto de 2011 as 2:39

Todo pastor enfrenta conflitos na igreja. Por isso, Alfred Poirier faz aos pastores este lembrete amoroso: podemos correr dos conflitos, mas não podemos evitá-los. Jesus foi o exemplo vivo do Pacificador encarnado, e nas Escrituras encontramos claramente um chamado aos pastores para que sejam ministros da reconciliação. Assim, a questão não

é se o pastor deve ou não ser um mediador, mas sim que tipo de mediador ele será.

Nesta obra, explorando de forma aprofundada uma teologia da reconciliação, o autor acrescenta lições extraídas de sua experiência pessoal e fornece passos práticos para uma mediação eficaz. Com esse guia completo nas mãos, você poderá abraçar a pacificação com confiança, como uma forma de glorificar a Deus por meio do poder de superação do evangelho. E com isso será abençoado, como prometeu Jesus a todos os pacificadores. “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9).

  Leiam uma parte da introdução:

Motivo que leva muitos a entrar no pastorado é Cristo. E o motivo que leva muitos a deixá-lo são

os conflitos. A maioria dos seminaristas assume o ofício pastoral sem ter consciência e sem estar preparado para lidar com os conflitos que inevitavelmente enfrentarão em suas igrejas. Muitos jovens pastores começam sua carreira acreditando, com ingenuidade, que uma pregação ortodoxa, um culto bem organizado e um número suficiente de diferentes locais para discipulado é tudo de que precisam para fazer com que seus membros cresçam na fé e sua igreja em números. Porém, uma vez envolvidos no pastorado — uma realidade repleta de conflitos e agravada por sua própria inabilidade de lidar com eles de maneira sábia, piedosa e pautada no evangelho — percebem que tudo isso logo prejudica sua eficácia como pastor e o próprio testemunho da igreja. Uma série de pesquisas aplicadas pela Christianity Today confirma essa evidente deficiência na área

do treinamento pastoral. Os pastores mencionaram a gestão de conflitos como a área de treinamento

mais necessária da qual sentiram falta durante seu período de estudos em seminários e institutos bíblicos. Em outra pesquisa os pastores entrevistados confessaram que as duas coisas que mais contribuíam para o que eles chamam de pontos críticos em seu ministério foram os problemas e conflitos internos na igreja e o relacionamento ruim com os líderes do conselho. Uma terceira pesquisa, sinistramente intitulada “saídas forçadas”, revela que os conflitos levam muitos pastores a deixarem suas igrejas (ou a serem demitidos!) e que as igrejas em geral, e seus líderes em particular, não estão preparados para lidar com conflitos.

Por Pollyanna Mattos

veja também