Criança vive pela mão de Deus

Criança vive pela mão de Deus

Atualizado: Segunda-feira, 10 Janeiro de 2011 as 11:16

Nascida com cinco meses de gestação, a pequena Luiza era menor que a mão do pai.

Trazida nos braços dos pais Lenilson Marques de Araújo, 41 anos, e Cláudia Fernanda de Araújo, 37 anos, a pequena Luiza de Araújo subia ao altar, onde sua vida é testemunho vivo a Deus. “A minha filha nasceu de cinco meses para seis, vinte e cinco semanas de vida.

Ela era apenas um feto”, conta Cláudia.

Considerada um aborto pela medicina, Luiza havia sido condenada antes mesmo de nascer. “Durante a gestação, o médico avisou que Cláudia não conseguiria segurar o bebê no ventre e precisamos ir às pressas para o hospital quando as dores ficaram piores. Chegando, ela foi internada e o médico me disse: ‘As notícias não são boas, só posso salvar uma delas. A mãe está melhor, mas à criança, não dou mais do que dois dias de vida”, explica Lenilson, que continuava confiante em Deus “Ouvi o que o médico me dizia, mas no meu interior eu disse ‘Jesus, eu confio no Senhor e não no que este médico falou’ e procurei a opinião de Deus sobre aquilo tudo que acontecia. Estava com a bíblia nas mãos, abri e a passagem que encontrei ao olhar foi em Romanos 3: 4, que diz: seja sempre Deus verdadeiro e todo homem mentiroso. A palavra me trouxe tranquilidade, porque sabia que Luiza nasceria e ela e Cláudia ficariam bem”.

Realizado com complicações tanto para Cláudia quanto para Luiza, o parto deixou sequelas em ambas. Por conta de um problema médico que impedia que Luiza fosse retirada adequadamente, o cirurgião causou um pequeno dilaceramento na nuca da bebê, enquanto que o útero de Cláudia sofreu uma infecção pós-operatória causada pelas medidas de parto. “Eu passei pela cirurgia de parto com uma toalhinha Sê Tu Uma Benção na mão, que ganhei aqui na igreja alguns dias antes. A cirurgia levou quatro horas e o médico teve de me cortar em formato de X na cesariana para poder retirar Luiza. Depois da cirurgia, a dor que sofria ainda era grande, fiz exames e constatou que houve a infecção e que minha barriga começou a produzir pus sobre a ferida interna.

Precisei fazer a remoção no hospital e ao todo saíram dois litros de pus de minha barriga”.

Surpresos com o nascimento perfeito de Luiza, a própria equipe médica pediu que Lenilson segurasse a filha enquanto bateram uma série de fotos para compor um case universitário para estudos do caso, onde normalmente a criança, ainda em formação, nasce natimorta em maioria esmagadora dos casos. “Luiza nasceu com hemorragia no nível quatro, que é o máximo já constatado pela medicina.

Ela teve duas paradas cardíacas, sofreu quatro operações seguidas, sendo duas delas somente para os olhos, sob risco de ser cega. Ao nascer, ela pesava 450 gramas e agora, com a idade corrigida de três meses, conforme a pediatria, ela hoje pesa 4,800 kg. Ao todo, ela passou quatro meses dentro do hospital depois de nascida”, explica Lenilson.

Entre as fotos retiradas pela fundação, uma foto em questão atrai a atenção devido ao tamanho da mão do pai, Lenilson, ao lado da pequena Luiza. Inspirado pela mão aberta ao lado do bebê na foto, o apóstolo Valdemiro Santiago pede para que Lenilson abra a mão, mede com a dele, depois inicia uma dinâmica junto a Lenilson, onde, com um copo cheio de água até a metade, pede para que Lenilson estenda a mão e segure a água dizendo:

“Todos podemos ver que a mão dele é maior que a filha, então farei um teste: Deus mediu as águas do mundo nas mãos, vamos ver se a mão dele é realmente tão grande quanto parece quando do lado da criança. Se ele segurar essa água na concha da mão, darei um prêmio a ele”.

E, despejando, a água escorre, obviamente, pelos dedos de Lenilson, onde o apóstolo conclui a dinâmica dizendo: “A mão do homem não é nada, mas a mão de Deus segurou todas as águas do mundo e essa mesma mão tocou nesta criança”.  

veja também