Decepcionada com os deuses, budista clama a Jesus e vive o sobrenatural: ‘Eu vi sua luz’

Vinda de família imigrante, Intava cresceu nos EUA e misturou as crenças religiosas: “Eu precisava de um Salvador”.

Fonte: Guiame, com informações de God ReportsAtualizado: sexta-feira, 5 de novembro de 2021 15:18
Intava dando seu testemunho, em seu canal no YouTube. (Foto: Captura de tela/YouTube/The Peace Board)
Intava dando seu testemunho, em seu canal no YouTube. (Foto: Captura de tela/YouTube/The Peace Board)

Intava de 22 anos, nasceu em São Francisco, na Califórnia, e cresceu numa família que imigrou do Laos para a América. Ela conta que eles adoravam Buda e uma série de outros deuses. 

“Na verdade, tudo tinha um deus. Se você queria que seu armário na escola fosse vigiado, você orava ao deus do armário. Se você precisa de uma vaga para estacionar, há um deus para isso”, ela explicou sobre a crença da família. 

Mas, por ter crescido na América, Intava se familiarizou com os Dez Mandamentos e decidiu combiná-los com as regras budistas. “Eu era como Moisés. Cresci em uma família que não conhecia Jesus”, contou em seu canal no YouTube "The Peace Board".

“Eu fiz as regras cristãs. Eu segui as regras budistas. E achava que era uma boa pessoa e que estava indo para o céu. As regras budistas eram muito semelhantes aos Dez Mandamentos, então eu pensava que não estava quebrando meu código moral”, explicou.

Em busca de ajuda

Um dia, Intava não se sentia bem emocionalmente. Ela conta que digitou no Google “Como curar um espírito esmagado e um coração partido?”. O mecanismo de busca selecionou dois artigos. Um que era comprovado cientificamente: “Tome aspirina”. E outro que parecia mais difícil — “Arrependa-se e volte-se para Jesus”.

Na ocasião, ela estava andando em más companhias e começou a quebrar os Dez Mandamentos. “Eu me machuquei tanto”, admitiu. “Mas a escuridão me conduziu à luz”, continuou.

Intava conta que sua queda foi grande. “Quebrei os mandamentos cristãos. As pessoas só me conheciam por fora e diziam que eu era uma boa pessoa, mas por dentro, eu era má”, revelou.

“Sabe como é o óleo cru? É um líquido pegajoso antes de virar gasolina. Era como se eu estivesse me afogando nisso”, comparou. Ela disse que era essa a sensação: “Parecia que estava sendo devorada por dentro pelos meus pecados. Eu me sentia tão suja e horrível e achava que não havia como escapar disso”, sublinhou.

‘Implorando aos deuses’

Desesperada pelo seu atual estado, Intava decide pedir ajuda a todos os deuses que foram apresentados a ela na infância. “Pedi aos deuses budistas, aos deuses do Laos, aos deuses gregos e romanos, egípcios, maias e indianos”, considerou.

“Eu orei a todos eles. Eu queria algum tipo de conforto deles. Foi tão difícil. Eu só estava procurando por um amigo que entendesse o meu interior. Eu procurei em todos os lugares para encontrar algo que me ajudasse”, prosseguiu.

Até que Intava caiu no chão e começou a chorar. “Eu precisava de um Salvador. Era coisa de conto de fadas, a donzela em perigo precisando de alguém para salvá-la”, descreveu.

“Eu estava tipo, 'Por favor, alguém venha me salvar. Meus pecados estão me comendo viva”, acrescentou. Depois disso, ela voltou aos dois artigos que apareceram em sua pesquisa no Google.

Assista (em inglês):

‘Tomar aspirina ou conhecer Jesus?’

Intava escolheu aspirina. Parecia a opção mais fácil. “Eu esperava que isso me ajudasse um pouco, mas a aspirina não funcionou”, mencionou.

Sua última opção era aprender sobre o arrependimento e o encontro com Cristo. Esse episódio aconteceu durante a pandemia. “Deus não ouve o que sai da sua boca, Ele ouve o que sai do seu coração”, afirmou. 

Então, Intava relata que chamou Jesus na escuridão de sua sala. “Naquele momento, eu sentia como se demônios estivessem ali dizendo: 'Vamos destruir Intava uma última vez’. Era meia-noite e estava realmente muito escuro”, lembrou.

Enquanto ela orava, arrependendo-se, de repente a sala iluminou-se inexplicavelmente. “Não era uma luz elétrica. Era uma luz sobrenatural. Foi como se o Big Bang explodisse naquela sala, como um sol brilhando”, detalhou.

“Minha testa estava no chão e meus olhos estavam fechados. Mas eu espiei um pouco. E eu pensei: ‘Oh não, este é o santo maravilhoso Deus justo na sala’. E eu era o oposto. Achei que fosse morrer naquele momento”, revelou.

“Quando chamei Jesus, Ele veio”

Intava conta que ao espiar, viu a bainha do manto de Jesus. “Era lindo, a luz mais brilhante e mais branca que eu já tinha visto. Era como se a bainha de seu manto tivesse uma luz própria, como se fosse tecido de fios de luz”, descreveu.

“Ele me tirou daquele óleo cru e pude respirar pela primeira vez na vida”, conta. “Jesus veio. Chamei tantos deuses e eles não vieram. Quando chamei Jesus, Ele veio. Todos os demônios fugiram”, continuou.

“Eu senti como se um peso dos meus ombros tivesse ido embora”, testemunhou. Atualmente, Intava frequenta uma igreja e assiste cultos online. Toda a escuridão densa se foi”, concluiu.

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