"Deus não faz acepção de pessoas", diz Feliciano em artigo

"Deus não faz acepção de pessoas", diz Feliciano em artigo

Atualizado: Terça-feira, 28 Janeiro de 2014 as 7:59

"Deus não faz acepção de pessoas", diz Feliciano em artigo"Quanto vale uma vida humana?". Este é o tema do artigo publicado pelo pastor e deputado Marco Feliciano nesta segunda-feira, 27/01, em seu blog oficial.
 
No texto, o líder comenta recentes casos de violência: as mortes da menina Ana Clara (6 anos) no Maranhão e do jovem Kaique dos Santos  (encontrado sob o viaduto da Av. Nove de Julho, em São Paulo - SP).
 
Feliciano reconhece que para ambas as famílias, a perda é irreparável e lembra que nenhum dos casos deve ser tratado com mais ou menos atenção, pois ambos revelam graves contextos sociais.
 
"Para nós cristãos aprendemos semelhantemente que todas as vidas são importantes e que Deus não faz acepção de pessoas, mantemos nosso coração com espírito de equidade com todos os irmãos, independente de cor, sexo, nível social, cor da pele", escreveu logo no primeiro parágrafo.
 
Já nas linhas seguintes, o pastor criticou atitudes de autoridades governamentais quanto ao tratamento de cada um dos casos.
 
"Infelizmente não constatamos atitude semelhante por parte de membros do Governo Brasileiro, detentores de cargos do mais alto escalão, como à Ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que se manifesta em nome da Presidente Dilma quando a vítima faz parte do Grupo GLBTT, vem a público vociferar os maiores absurdos, acusando grupos evangélicos e até esse que vos escreve como responsáveis pelas mortes e agressões de qualquer pessoa desse grupo", protestou.
 
Confira o artigo na íntegra, logo abaixo:
 
Quanto vale uma vida humana?
 
Pergunte para dona Juliane de Souza mãe da menina Ana Clara, inocente de seis anos brutalmente assassinada dentro de um ônibus no Maranhão, a mando de bandidos presos no complexo penitenciário de Pedrinhas naquele Estado. Ou para dona Isabel Cristina, mãe do menino Kaique, dezesseis anos, que se suicidou pulando de um viaduto em São Paulo, por motivos emocionais. Com certeza as respostas de ambas seriam semelhantes, pois para uma mãe a vida de seu filho é o bem mais precioso que Deus lhe concedeu e qualquer mãe trocaria a vida de seu filho pela sua própria se pudesse escolher. Para nós cristãos aprendemos semelhantemente que todas as vidas são importantes e que Deus não faz acepção de pessoas, mantemos nosso coração com espírito de equidade com todos os irmãos, independente de cor, sexo, nível social, cor da pele; percebemos isso na educação transmitida pelos nossos pais, confirmado quando participamos de reuniões na Igreja, enfim temos essa formação intrínseca à nossa vida, até de forma natural e espontânea.
 
Infelizmente não constatamos atitude semelhante por parte de membros do Governo Brasileiro, detentores de cargos do mais alto escalão, como à Ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que se manifesta em nome da Presidente Dilma quando a vítima faz parte do Grupo GLBTT, vem a público vociferar os maiores absurdos, acusando grupos evangélicos e até esse que vos escreve como responsáveis pelas mortes e agressões de qualquer pessoa desse grupo, sem antes se inteirar dos fatos com a responsabilidade que o seu cargo exige, na maioria das vezes se enganando e pondo em risco a estabilidade social, objetivo sempre buscado por qualquer autoridade séria. Recentemente essa senhora Ministra, cometeu mais um erro crasso, culpando inocentes pela morte do menino Kaique, inclusive cobrando providências do Governo do Estado de São Paulo acusando nossa polícia de omissão, erro esse confirmado pela mãe do rapaz, notícia veiculada em todos os jornais. Diferentemente as autoridades Federais não deram a mínima para a morte da menina Ana Clara, nenhum órgão de imprensa noticiou uma linha sequer sobre atitude manifestada pela Ministra Maria do Rosário, demonstrando com essa dicotomia, como o governo consegue a mágica de duas atitudes para o mesmo tipo de ocorrência. Essas odiosas discriminações não deveriam partir de um governo que se diz popular, mas sabemos onde ele é popular, em Cuba, de onde se trás essas idéias anticristãs de desconstrução da Família e da Igreja. 
 
Estou atento, prefiro alertar nosso povo, pois esse ano virão visitar nossas Igrejas, à quem membros deste mesmo governo chama de caça-níqueis e recanto de pedófilos, sim, estes cristãos bissextos, jurando amor eterno até as eleições depois somem não sendo vistos em nenhum momento importante para nós cristãos, quando projetos de lei estão em discussão colocando em risco à liberdade religiosa em nossa Pátria, como recentemente tivemos de lutar de forma aguerrida contra o famigerado PL 122, que numa interpretação rasa, tornaria proibitivo ensinar a Palavra de Deus, que para nós retrata a verdade indiscutível, onde aprendemos que Deus ama o pecador mas abomina o pecado; creio que o Espírito de Deus agiu, operou e o citado projeto foi apensado ao novo projeto do Código Penal, tornando-o inócuo.
 
Para o Deputado ex-bbb, que comandou um forte manifesto nas mídias sociais, fazendo com que o disse-me-disse da morte do menino Kaique, afirmasse ter sido por motivo homofóbico, levando alguns incautos à uma manifestação popular em São Paulo, pedindo justiça pelo "crime" contra o jovem, tudo isso, sem antes ter a prova nas mãos; para este deputado não importa o valor da vida, e sim o valor de sua causa. Dona Maria do Rosário, a mando do governo, julgou a polícia de São Paulo incompetente, enviando um representante da Secretaria de Direitos Humanos pessoalmente para acompanhar a apuração do "crime", motivo? Transformar em "circo" político o assunto, para quem sabe assim desviar a atenção das prisões de seus companheiros mensaleiros. Pergunto: por que estes dois políticos citados não emitiram sequer uma nota sobre a menina queimada viva? Ah, já sei a resposta, ela era só mais um numero, só mais uma estatística, ela será catalogada futuramente entre os 50 mil assassinatos "comuns" do Brasil. Mas e se ela fosse homossexual? Mas não era! Era só uma menina, uma menina comum.
 
Em momento algum estes políticos, pseudo-intelectuais, pensaram na dor da família, na angustia da mãe, ou sequer, respeito ao menino Kaique. Pensaram em suas bandeiras, pensaram em destilar o ódio visceral sobre alguns a quem simplesmente não toleram.
 
Ana Clara e Kaique Augusto foram vítimas da barbárie e da confusão pela qual passam nossos jovens brasileiros. Num país que se quer aprovar a Lei das Palmadas, onde se quer descriminalizar as drogas, onde se quer diminuir a idade para estupro, presumido de 14 anos para 12 (entenda bem, hoje sexo com uma adolescente com 14 anos da cadeia, nossos juristas querem diminuir a idade para 12 anos, ou seja, uma menina com 12 anos e 1 dia completados, se fizer sexo com quem quer que seja, será tido como normal dentro da lei, em outro tempo sexo nessa idade se chamava PEDOFILIA), num país onde o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é o de número 84 no ranking mundial, num país onde há muito não se via um índice tão grande de analfabetismo funcional, onde a saúde esta um caos, o que se esperar? 
 
Só para não esquecer, os Ministérios da Saúde, da Justiça e dos Direitos Humanos pertence há 12 anos ao PT, portanto, ao governo. Também pertencem ao PT os mensaleiros, também pertencem ao PT um sem número de ministros que tombaram desde a gestão LULA, que, diga-se de passagem, NUNCA SOUBE DE NADA, herança herdada pela atual presidente, e indago, este governo será mesmo reeleito no primeiro turno? Somos um povo sem memória ou gostamos mesmo de sofrer?
 
Meus sinceros sentimentos pela morte de Ana Clara e Kaique Augusto, cujas vidas não têm preço e estão acima de politicagens e ideologias, que Deus em Cristo, ajude as famílias a suportarem a dor que nunca passará.
 
Deputado Pr. Marco Feliciano
 
Com informações de MarcoFeliciano.com.br

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