Edificando pequenos grupos em uma igreja com propósitos

Edificando pequenos grupos em uma igreja com propósitos

Atualizado: Sexta-feira, 22 Outubro de 2010 as 3:50

A última década do século XX e esses primeiros anos do século XXI têm sido decisivos para as igrejas evangélicas brasileiras. Definitivamente os evangélicos conquistaram seu lugar ao sol em solo brasileiro (hoje são pelo menos 17 % da população), deixaram de ser "religião de pobre e ignorante" e entraram em todas as camadas sociais, centros universitários e altos escalões do governo.

Ø Hoje vemos que algumas igrejas cresceram numa porcentagem muito alta nesses últimos anos, enquanto outras cresceram pouco. Cada uma justifica seu crescimento de acordo com sua própria óptica e aponta vários fatores para explicar por que isso aconteceu.

Algumas igrejas, em especial as pentecostais, por tradição já têm um ministério leigo bastante ativo há décadas. As igrejas neopentecostais trouxeram modelos importados e adaptados ao contexto nacional. As igrejas de linha histórico-doutrinária mais tradicional nunca tiveram um ministério leigo realmente ativo e importante no seu contexto interno, porém, algumas delas vendo a necessidade e a importância dele, e analisando os exemplos de igrejas que adotaram modelos importados e progrediram "com eles" e "através deles", optaram por adotar e adaptar os modelos criados por igrejas evangélicas e protestantes de crescimento vertiginoso e de grande força internacional. Entre esses modelos podemos destacar a igreja com propósitos da Igreja de Saddleback, a meta-igreja (rede ministerial) da Comunidade de Willow Creek dentre outros.

Em todos esses modelos uma coisa se destaca: é a existência de grupos de evangelismo, comunhão e discipulado, tais como as células, os grupos de comunhão, grupos de discipulado, grupos pastorais, capítulos etc., genericamente chamados de pequenos grupos.

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