Em café pró FIC, o pastor Cláudio Duarte fala da importância da equipe que ajuda o pastor

Pastor Cláudio Duarte fala da importância da equipe que ajuda o pastor

Atualizado: Quinta-feira, 28 Março de 2013 as 8:03

 

Na manhã desta quarta-feira, 27 de março, aconteceu o café de pastores da CPESP (Conselho de Pastores do Estado de São Paulo) pró FIC, na Igreja Bíblica da Paz.
 
Por motivos de saúde o pastor Jabes Alencar, presidente da CPESP, não estava presente. O pastor Glauber Alencar, seu filho, foi quem representou o Conselho no café.
 
"É um prazer trabalhar junto com grandes empresas e instituições que vão divulgar o meio evangélico, afinal o objetivo do Conselho é a unidade (...) Estar junto à FIC e à Rede Globo é uma honra", afirmou Glauber.
 
Após o momento de café, e do louvor com Gui Rebustini, a mensagem foi ministrada pelo pastor Cláudio Duarte, do Rio de Janeiro. Ele baseou-se no capítulo 13 do livro de Mateus para falar sobre a parábola da semeadura.
 
Como a palavra foi dirigada a líderes e pastores, o preletor enfocou o fato de Jesus sempre chamar a atenção dos discípulos para seus ensinamentos.
 
claudio duarteCláudio Duarte reforçou que todo pastor precisa deixar um legado, mas que, assim como ensinou Jesus na parábola, apenas 25% dos que vão chegar serão solo fértil. Como os outros 75% precisarão ser tratados, o pastor precisará da ajuda desses 25%, pois não conseguirá sozinho, ensinou o pastor.
 
"Quem tinha que morrer pela Igreja já morreu", brincou o mensageiro ao frisar que o pastor precisa de ajuda e descanso.
 
Explicando a parábola da semeadura e comparando-a com os membros de uma igreja, Claudio ponderou acerca das sementes que caíram no caminho e que, segundo ele, representam as pessoas que não entendem nada do que seu líder fala.
Como exemplo, ele citou frases comuns na igreja como 'curvem suas frontes', com o uso de termos que algumas pessoas podem não conhecer. "Precisamos fazer as pessoas entenderem o evangelho pra elas viverem isso lá fora", ponderou o pastor, referindo-se à necessidade de falar de forma que as pessoas compreendam.
 
O segundo grupo é formado por pessoas que entendem a mensagem, mas têm dificuldade para criar raízes. Essas são representadas pelas sementes que caíram em solo rochoso.
"As raízes não se aprofundam porque as pessoas estão preocupadas com as 'pedras/problemas'".
 
As sementes que caíram entre os espinhos e foram sufocadas representam as pessoas que permanecem envolvidas com as coisas e riquezas da vida.
Para essas, o pastor diz que o líder deve fazer assim como Jesus fez com o jovem rico, mostrar que não está interessado no que ele tem, mas no que é.
 
Por fim, o quarto grupo de pessoas são as representadas pelas sementes em solo fértil, que ajudarão o líder a cuidar dos outros três grupos.
Claudio Duarte alertou ao fato de que as sementes em solo fertil produzem em níveis diferentes, a 30, a 60, e a 100 por um. Assim, ninguém deve ser cobrado aquém ou além de sua capacidade.
"Você precisa reconhecer o nível de capacidade de produtividade da pessoa que está com você", frisou o pastor.
 
Rogério Barrios, organizador da FIC, celebrou a unidade do corpo no café de pastores e comentou a tranquilidade no preparo da feira. "O primeiro evento cria uma expectativa, mas somos de um grupo que sabe fazer eventos. Estamos tranquilos com o que vamos entregar e com o que vai acontecer."
 
rogério barrios - dayan alencar
 
claudio duarte
 
 
Juliana Simioni
GUIAME.COM.BR
 

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