Em Campo Grande - MS evangélicos discutem ações contra Dilma

Em Campo Grande - MS evangélicos discutem ações contra Dilma

Atualizado: Quarta-feira, 6 Outubro de 2010 as 5:28

Em Campo Grande (MS), a Aliança Evangélica se reúne para discutir a possível realização de novo ato contrário à proposta de liberação do aborto, defendida pela candidata a presidente Dilma Roussef (PT). No dia 27 de setembro, um grupo de pessoas ligadas a igrejas evangélicas protestou contra a proposta na Praça do Rádio Clube, centro da Capital e agora comemora o segundo turno nestas eleições.

"As igrejas evangélicas sempre serão a favor da vida. Nosso embate não é contrário à candidata Dilma, mas sim ao PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos), que banaliza o aborto, e transfere autonomia sem consciência para a gestante", comenta o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica.

De acordo com o pastor, que atua a 24 anos na evangelização, o PNDH não considera o feto como vida até o oitavo mês de gestação, permitindo o abordo em casos como gravidez indesejada, falta de condições financeiras para criar o filho ou incapacidade declarada de permitir qualidade de vida para a criança.

"Eu sou a prova de que esse argumento de falta de condições é inválido. Minha mãe tinha dois filhos quando ficou grávida de mim e tentou me abortar. Mas, graças a Deus, venci, tive uma boa educação e nunca passei fome. É preciso analisar todas as questões envolvendo o aborto, e não permitir que a decisão sobre uma vida seja tomada pelo calor das emoções", argumenta o pastor da igreja batista.

A ressalva feita pelo pastor é que os casos em que a gravidez apresenta risco de vida para a gestante, ou foi desenvolvida a partir de estupro, merece atenção. A Aliança Evangélica é formada por 12 denominações, da qual participam cerca de 50 comunidades de Campo Grande.

Mudança

Em reunião com ministros, e governadores e senadores eleitos, nesta terça-feira, o presidente Lula estuda alterar o posicionamento da campanha de Dilma Roussef à presidência. A candidata disputa o segundo turno contra José Serra (PSDB) no próximo dia 31.

Na reunião, a mobilização de setores das igrejas católicas e evangélicas foi chamada de "fascista".

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse que o debate sobre religião e aborto está superestimado. Na avaliação dele, a campanha petista tem que ter como foco outros temas, como pobreza e desemprego.

Em Campo Grande (MS), a Aliança Evangélica se reúne para discutir a possível realização de novo ato contrário à proposta de liberação do aborto, defendida pela candidata a presidente Dilma Roussef (PT). No dia 27 de setembro, um grupo de pessoas ligadas a igrejas evangélicas protestou contra a proposta na Praça do Rádio Clube, centro da Capital e agora comemora o segundo turno nestas eleições.

"As igrejas evangélicas sempre serão a favor da vida. Nosso embate não é contrário à candidata Dilma, mas sim ao PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos), que banaliza o aborto, e transfere autonomia sem consciência para a gestante", comenta o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica.

De acordo com o pastor, que atua a 24 anos na evangelização, o PNDH não considera o feto como vida até o oitavo mês de gestação, permitindo o abordo em casos como gravidez indesejada, falta de condições financeiras para criar o filho ou incapacidade declarada de permitir qualidade de vida para a criança.

"Eu sou a prova de que esse argumento de falta de condições é inválido. Minha mãe tinha dois filhos quando ficou grávida de mim e tentou me abortar. Mas, graças a Deus, venci, tive uma boa educação e nunca passei fome. É preciso analisar todas as questões envolvendo o aborto, e não permitir que a decisão sobre uma vida seja tomada pelo calor das emoções", argumenta o pastor da igreja batista.

A ressalva feita pelo pastor é que os casos em que a gravidez apresenta risco de vida para a gestante, ou foi desenvolvida a partir de estupro, merece atenção. A Aliança Evangélica é formada por 12 denominações, da qual participam cerca de 50 comunidades de Campo Grande.

Mudança

Em reunião com ministros, e governadores e senadores eleitos, nesta terça-feira, o presidente Lula estuda alterar o posicionamento da campanha de Dilma Roussef à presidência. A candidata disputa o segundo turno contra José Serra (PSDB) no próximo dia 31.

Na reunião, a mobilização de setores das igrejas católicas e evangélicas foi chamada de "fascista".

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse que o debate sobre religião e aborto está superestimado. Na avaliação dele, a campanha petista tem que ter como foco outros temas, como pobreza e desemprego.

Em Campo Grande (MS), a Aliança Evangélica se reúne para discutir a possível realização de novo ato contrário à proposta de liberação do aborto, defendida pela candidata a presidente Dilma Roussef (PT). No dia 27 de setembro, um grupo de pessoas ligadas a igrejas evangélicas protestou contra a proposta na Praça do Rádio Clube, centro da Capital e agora comemora o segundo turno nestas eleições.

"As igrejas evangélicas sempre serão a favor da vida. Nosso embate não é contrário à candidata Dilma, mas sim ao PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos), que banaliza o aborto, e transfere autonomia sem consciência para a gestante", comenta o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica.

De acordo com o pastor, que atua a 24 anos na evangelização, o PNDH não considera o feto como vida até o oitavo mês de gestação, permitindo o abordo em casos como gravidez indesejada, falta de condições financeiras para criar o filho ou incapacidade declarada de permitir qualidade de vida para a criança.

"Eu sou a prova de que esse argumento de falta de condições é inválido. Minha mãe tinha dois filhos quando ficou grávida de mim e tentou me abortar. Mas, graças a Deus, venci, tive uma boa educação e nunca passei fome. É preciso analisar todas as questões envolvendo o aborto, e não permitir que a decisão sobre uma vida seja tomada pelo calor das emoções", argumenta o pastor da igreja batista.

A ressalva feita pelo pastor é que os casos em que a gravidez apresenta risco de vida para a gestante, ou foi desenvolvida a partir de estupro, merece atenção. A Aliança Evangélica é formada por 12 denominações, da qual participam cerca de 50 comunidades de Campo Grande.

Mudança

Em reunião com ministros, e governadores e senadores eleitos, nesta terça-feira, o presidente Lula estuda alterar o posicionamento da campanha de Dilma Roussef à presidência. A candidata disputa o segundo turno contra José Serra (PSDB) no próximo dia 31.

Na reunião, a mobilização de setores das igrejas católicas e evangélicas foi chamada de "fascista".

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse que o debate sobre religião e aborto está superestimado. Na avaliação dele, a campanha petista tem que ter como foco outros temas, como pobreza e desemprego.

Em Campo Grande (MS), a Aliança Evangélica se reúne para discutir a possível realização de novo ato contrário à proposta de liberação do aborto, defendida pela candidata a presidente Dilma Roussef (PT). No dia 27 de setembro, um grupo de pessoas ligadas a igrejas evangélicas protestou contra a proposta na Praça do Rádio Clube, centro da Capital e agora comemora o segundo turno nestas eleições.

"As igrejas evangélicas sempre serão a favor da vida. Nosso embate não é contrário à candidata Dilma, mas sim ao PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos), que banaliza o aborto, e transfere autonomia sem consciência para a gestante", comenta o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica.

De acordo com o pastor, que atua a 24 anos na evangelização, o PNDH não considera o feto como vida até o oitavo mês de gestação, permitindo o abordo em casos como gravidez indesejada, falta de condições financeiras para criar o filho ou incapacidade declarada de permitir qualidade de vida para a criança.

"Eu sou a prova de que esse argumento de falta de condições é inválido. Minha mãe tinha dois filhos quando ficou grávida de mim e tentou me abortar. Mas, graças a Deus, venci, tive uma boa educação e nunca passei fome. É preciso analisar todas as questões envolvendo o aborto, e não permitir que a decisão sobre uma vida seja tomada pelo calor das emoções", argumenta o pastor da igreja batista.

A ressalva feita pelo pastor é que os casos em que a gravidez apresenta risco de vida para a gestante, ou foi desenvolvida a partir de estupro, merece atenção. A Aliança Evangélica é formada por 12 denominações, da qual participam cerca de 50 comunidades de Campo Grande.

Mudança

Em reunião com ministros, e governadores e senadores eleitos, nesta terça-feira, o presidente Lula estuda alterar o posicionamento da campanha de Dilma Roussef à presidência. A candidata disputa o segundo turno contra José Serra (PSDB) no próximo dia 31.

Na reunião, a mobilização de setores das igrejas católicas e evangélicas foi chamada de "fascista".

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse que o debate sobre religião e aborto está superestimado. Na avaliação dele, a campanha petista tem que ter como foco outros temas, como pobreza e desemprego.

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