Em meio a perseguição, voluntários da IURD dedicam-se ao Senegal

Em meio a perseguição, voluntários da IURD dedicam-se ao Senegal

Atualizado: Quarta-feira, 23 Março de 2011 as 11:05

Nem mesmo os ataques enfurecidos de religiosos contra os templos e voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus no Senegal, localizada ao oeste da África Ocidental,  que aconteceram recentemente, puderam impedir que o amor existente em cada membro da instituição fosse materializado em forma de ações solidárias ao povo senegalês.

Doentes de diversos hospitais das cidades de Dakar, Mbour, Joal e Thiés receberam a visita dos integrantes do grupo de evangelização da IURD (foto ao lado) que,  além de levar uma palavra de esperança, entregaram a eles frutas variadas, água e outros alimentos para ajudar no restabelecimento físico dos pacientes.

Muitos, durante a visita, pediam que orações com imposição de mãos fossem feitas, usando o nome de Jesus.

De acordo com o responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja no país, bispo Luís Valente, era possível ver no rosto dos doentes a satisfação pela atenção recebida. “Eles ficaram contentes e, sobretudo, admirados, pois nunca haviam visto uma açao igual”, relata.

Além das visitas aos hospitais, a IURD também promove todos os anos uma campanha de doação de sangue, visando abastecer os hemocentros da região, para atender, principalmente, às vítimas de anemias e outras complicações; pessoas que, na maioria das vezes, adquirem a doença por causa dos longos jejuns exigido pela religião predominante no país, o Islamismo. 

Em reconhecimento ao ato, o Centro Nacional de Transfusão Sanguínia (CNTS) fez questão de entregar um diploma à Igreja, parabenizando-a pelo ato nobre, enfatizando a importância da transformação espiritual e social que ela tem promovido aos habitantes do país africano.

A ex-muçulmana Adja Yakhara Mbengue (foto ao lado) é um exemplo vivo dessa transformação feita pelo poder do Deus que ela, até então, não acreditava existir. Adja conta que,  durante a infância, sofreu muito com pesadelos constantes, chegando ao ponto de ver vultos. “Quando contava o que sentia para minha mãe, ela não acreditava em nada do que dizia, pensava que era algo da minha própria imaginação. Aquilo se repetiu muitas vezes até que eles me proibiram de assistir aulas à noite porque consideravam que era perigoso para mim,” recorda.

Cada vez mais desesperada,  Adja passou a sacrificar aos espíritos para alcançar a cura, o que não aconteceu. “Todas as portas da minha vida estavam fechadas, eu era infeliz e chorava todas as noites, tinha desejo de me suicidar por causa dos problemas”, conta.

Cansada de buscar ajuda em vão, Adja decidiu mudar de cidade. Uma semana depois da chegada dela, recebeu a Folha Universal, e viu como pessoas eram curadas e libertas através do poder da fé. “Quando fui à Igreja, senti-me liberta de um grande peso. No domingo, voltei ao templo com a minha irmã e fiz, pela primeira vez, uma oração em nome de Jesus lhe pedindo que se manifestasse na minha vida. Através da minha perseverança fiquei curada e liberta de todo o mal e fui abençoada”.

Logo depois, a família e os amigos passaram a perseguí-la. “Fui abandonada por todos por causa de minha fé, não foi fácil para mim. Mas o que me deu força para continuar era o que Jesus fez na minha vida. É por isso que lhe dei toda a minha vida e todo o meu coração. Hoje dou graças a Deus pelas maravilhas que Ele fez na minha vida. Por isso convido a todos a entregarem a vida ao Senhor Jesus, pois Ele é o único que pode mudar a nossa vida”, finaliza com alegria.  

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