Em tempos de ódio e clamor por vingança, o amor continua sendo a chave à doce voz do Senhor

É encorajador saber que andar com Jesus pode transformar um "filho do Trovão" em "apóstolo do amor"

Fonte: Guiame, Carlos Bezerra JrAtualizado: segunda-feira, 8 de junho de 2015 às 19:01
amor de Deus _ imagem ilustrativa
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A caminho de Jerusalém, Jesus estava cansado e precisando descansar um pouco antes de prosseguir a viagem. Os discípulos pediram abrigo em um povoado samaritano e ouviram "não" como resposta. Indignados, Tiago e João perguntaram a Jesus se podiam fazer cair fogo do céu para destruir aquela gente nada hospitaleira.

Lembrei-me dessa passagem bíblica ao perceber que esse tipo de ira ainda aparece com frequência em alguns segmentos do rebanho. Com tristeza, já ouvi relatos de irmãos que, diante da recusa de alguém à mensagem do evangelho, sentenciaram: "Se não vem pelo amor, vem pela dor".

Segundo Jesus, "a boca fala do que está cheio o coração". Palavras amargas constantes sinalizam que a mudança ainda necessita de ajustes. Interessante perceber que os discípulos parecem ter invocado o episódio em que o profeta Elias pediu fogo do céu. Mas Jesus não cai na armadilha "texto como pretexto" e os adverte: "o Filho do homem não veio para destruir a vida dos homens, mas para salvá-los".

É encorajador saber que andar com Jesus pode transformar um "filho do Trovão" em "apóstolo do amor". Nestes tempos de ódio e de clamores por vingança, o amor continua sendo a chave que abre mentes e corações à doce voz do Senhor. Esse é o nosso chamado.

 

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