Esposas de bispos da Universal falam sobre orgulho

Esposas de bispos da Universal falam sobre orgulho

Atualizado: Quarta-feira, 22 Junho de 2011 as 11:26

A apresentadora Vivi Freitas, esposa do bispo Júlio Freitas, responsável pelo trabalho evangelístico da IURD na Europa, explica em um post feito no blog dela que quanto mais a pessoa sofre, mais usa o orgulho contra si próprio. “Aprendemos com nossos instintos, é uma defesa pessoal, argumentar sempre contra aquilo que nos atinge. Quanto mais cedo sofremos na vida, mais adquirimos experiências válidas que proporcionam o orgulho e também o alimenta. Se na infância ou na adolescência passamos por péssimos momentos, que nos torturam por dentro, mais defesas adquirimos”, ensina.

Ela também aponta que o sentimento parece algo simples, que não faz mal a ninguém, mas ele destrói o portador do sentimento, fazendo com que a pessoa fuja da realidade, sempre culpando outra pessoa. “O orgulho é confrontado por várias coisas como, por exemplo, enfrentar a verdade; perder; reconhecer; aprender; ouvir; atender aos demais; entre outras. Por isso, devemos avaliar cada passo ou atitude, porque ele é sagaz. Vem de dentro, daquilo que pensamos, sentimos e opinamos. Mais vale vigiar do que ficar apenas orando”, ressalta.

“Antes, Ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” (Tiago 4.6) Já a esposa do bispo Joaquim Fernandes, responsável pelo trabalho da IURD em Miami, Tânia Rubim, aponta, abaixo, as principais reações e características da pessoa orgulha:

1. Amor-próprio muito acentuado;

2. Reage explosivamente a qualquer observação ou crítica de outrem em relação ao seu comportamento; 3. Necessita ser o centro de atenções e fazer prevalecer sempre as suas próprias ideias; 4. Não aceita a possibilidade de seus erros, mantendo-se num estado de consciência fechado ao diálogo construtivo; 5. Menospreza as ideias do próximo; 6. Ao ser elogiado por qualquer motivos, enche-se de uma satisfação presunçosa, como que se reafirmando na sua importância pessoal; 7. Preocupa-se muito com a sua aparência exterior, seus gestos são estudados, dá demasiada importância à sua posição social e ao prestígio pessoal; 8. Acha que todos ao seu redor devem girar em torno de si; 9. Não admite se humilhar diante de ninguém, achando essa atitude um traço de fraqueza e falta de personalidade; 10. Usa da ironia e do deboche para com o próximo nas ocasiões de contendas.

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