Força Jovem reúne mais de 5 mil em Belém

Força Jovem reúne mais de 5 mil em Belém

Atualizado: Segunda-feira, 27 Junho de 2011 as 10:28

É cada vez mais fácil perceber que a juventude brasileira está sem direção. São jovens nas drogas, na prostituição, na violência, tomando rumos que nem sempre têm volta. Mas a Igreja Universal do Reino de Deus, através do Força Jovem Brasil, tem trabalhado intensamente com o propósito de salvar essas pessoas.

Recentemente, no Cenáculo do Espírito Santo de Belém, no Pará, mais de 5 mil jovens participaram de uma concentração de fé ministrada pelo pastor Wellington Mariano, responsável pelo trabalho evangelístico do Força Jovem no estado.

O pastor iniciou a reunião orando para que houvesse libertação de todos os males, e explicou a respeito do batismo nas águas: “Nós temos que viver em novidade de vida, nos entregando ao Senhor Jesus. Essa é a decisão mais importante e não pode ser tomada por terceiros, a não ser pela própria pessoa”, ressaltou, convidando a ir à frente do altar todos que desejavam tomar essa atitude. Muitos jovens decidiram entregar a vida a Deus naquela tarde.

O pastor falou ainda sobre revolta, explicando que, para que haja uma mudança de vida, é necessário se revoltar contra a situação que se está vivendo. “Se cremos em um Deus grande, não podemos ter uma vida miserável, pelo contrário, temos que ver a grandeza de Deus. Os homens do passado viram porque dentro deles existia uma revolta. E hoje não pode ser diferente”, enfatizou. Em seguida, realizou um clamor contra a revoltante situação que muitos jovens têm vivido.

Na tarde especial, os presentes puderam buscar o Espírito Santo para seu fortalecimento espiritual. E, na oportunidade, o pastor pediu por todos os que desejavam servir a Deus no altar.

Ela venceu Rebeldia e depressão, vida destruída e desejo de suicídio. Essa já não é mais a realidade de Ritiane Portela, de 20 anos, pois ela é mais uma dos milhares que tiveram sua vida transformada através do Força Jovem.

“Minha história com o Força Jovem começou quando eu tinha 17 anos. Eu nasci em uma família triste, sofrida, consequência de uma traição do meu pai para com a minha mãe. Enquanto crescia, fui absorvendo toda aquela tristeza e sofrimento. Já com 10 anos de idade comecei a namorar várias pessoas. Cada vez que minha mãe descobria era uma briga, o que começou a criar inimizade entre a gente”, lembra.

O tempo passava e a vida de Ritiane era marcada por rebeldia e mentiras. “Entre os 14 e 17 anos, o relacionamento com minha mãe já era péssimo. Eu era nervosa, explosiva, bebia. Minha mãe dizia que eu a fazia muito mal a ela com as minhas atitudes. Aquilo despertava dentro de mim um sentimento de culpa. Eu começava a pensar que toda tristeza e sofrimento que minha mãe passava era por minha causa”, relata a jovem.

Ritiane conta que sentia muita vontade de morrer: “Vinha em minha cabeça uma voz que dizia que minha morte seria o melhor para a minha família. Com o tempo, aquela voz falava cada vez mais alto. Além disso, eu comecei a sentir um desejo inexplicável de ir a cemitérios. Tudo era muito estranho. Cheguei a me dopar várias vezes com remédios e até a pegar uma faca para me matar, mas algo sempre impedia que aquilo acontecesse.”

A vida da moça só começou a mudar quando ela passou a frequentar a IURD e conheceu o trabalho do Força Jovem. “Meus parentes me convidavam para ir à igreja, mas eu odiava a IURD. Um dia minha mãe insistiu muito. Fui por mais algumas vezes com ela, até que um dia, ao término do culto, uma pessoa me falou sobre um grupo de jovens. Resolvi então aceitar o convite e passei a frequentar as reuniões. O que antes era um ódio mortal passou a ser respeito. Participando desses eventos do Força Jovem comecei a querer mudar de vida, mas confesso que tive de lutar bastante”.

Hoje, a jovem conta que sua vida mudou totalmente. "Sou uma pessoa calma, não sofro mais com depressão, tenho ótimo relacionamento com minha família e não tento mais me dopar com remédios. Além disso, passo longe de cemitérios, me livrei da bebida e sentimentalmente não tenho mais aquelas aventuras que tanto me deixavam angustiada. Amo meu trabalho, minha família e minha vida”, finaliza.    

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