Garota cita a bíblia e é repreendida por professora nos EUA

Garota cita a bíblia e é repreendida por professora nos EUA

Atualizado: Segunda-feira, 20 Janeiro de 2014 as 12

Garota cita a bíblia e é repreendida por professora nos EUAUma estudante cristã foi repreendida em sala de aula por citar uma passagem bíblica, durante um discurso. Brynn Williams, de seis anos de idade foi proibida de falar sobre a bíblia após ter citado o trecho de João 3:16 publicamente em sua escola, na cidade de Temecula (Califórnia).
 
O discurso era parte de uma tarefa sobre o natal, na qual as crianças deveriam falar sobre o valor da data para suas respectivas famílias. Brynn levou uma Estrela de Belém para sua escola e explicou que o elemento lembrava aquele que guiou os três reis ao encontro do "Menino Jesus, o Salvador do mundo".
 
Ao falar sobre a importância do nascimento de Jesus, a garota citou a passagem de João 3:16 e sua professora a interrompeu, pedindo que a criança se sentasse e ainda disse que "não a autorizava falar sobre a Bíblia ou compartilhar seus versos".
 
Ciente do fato, o grupo "Defensores da Fé e da Liberdade" solicitou que a escola tomasse alguma providência para garantir Brynn ou qualquer outro aluno cristão não viessem mais a sofrer com possíveis hostilidades ou a desaprovações de educadores por suas crenças.
 
A organização destacou que atualmente, há "epidemia" em escolas públicas, tendendo a atacar o direito a liberdade religiosa e distorcendo a legislatura do estado laico com o direito de liberdade de expressão dos alunos
 
Robert Tyler, conselheiro dos Defensores da Fé e da Liberdade revelou suas expectativas quanto ao posicionamento da escola frequentada pela pequena Brynn.
 
"Espero que a escola assuma o papel de aderir a uma política exemplar para impedir que este tipo de abuso que se torna cada vez mais comum aos estudantes que assumem sua religiosidade", avaliou.
 
A escola se pronunciou sobre o caso, destacando que ainda está investigando a questão, para tomar as medidas mais adequadas, porém lembrou que não tem ignorado a situação, pois  "leva muito a sério qualquer alegação de discriminação".
 
Com informações do Christian Post

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