A iniciativa do distanciamento com o homem nunca é de Deus

A iniciativa do distanciamento nunca é de Deus

Atualizado: Quinta-feira, 14 Fevereiro de 2013 as 8:37

 

distanciamento
 
Leitura Bíblica: 2 Crônicas 15.1-19
 
O Senhor está com vocês quando vocês estão com ele. Se o buscarem, ele deixará que o encontrem, mas, se o abandonarem, ele os abandonará (2Cr 15.2b).
 
Nossa proximidade com o Senhor depende de nossa disposição em buscá?lo. 
 
Sempre ouvimos afirmações assim: “Deus nos deixou”, quando, na verdade, somos nós que nos afastamos. A distância entre o homem e Deus se torna maior não porque ele se afasta de nós; pelo contrário, nós é que deixamos de trilhar os caminhos em companhia do nosso Senhor. Há até aquele célebre poema “Pegadas na areia”, de Margaret Fishback Powers, no qual o personagem, olhando as
pegadas na areia, vê apenas duas e queixa?se que Deus o abandonou quando mais precisava, e o Senhor responde que não, pois naqueles momentos tinha carregado a pessoa em seus braços.
 
Na narração bíblica da época em que os reis lideravam o povo de Israel, há períodos de glórias e momentos de ausência de paz e sucesso. Após o governo de Salomão, o reino se dividiu em dois: Israel (Reino do Norte) e Judá (Reino do Sul). Dez tribos seguiram Jeroboão (Norte) e duas, Judá e Benjamin, ficaram com Roboão (Sul). Após a morte deste, reinou sobre Judá seu filho Abias, que foi sucedido por seu filho Asa. Com ele, seguiram?se os 10 primeiros anos de paz naquele lugar, pois o rei fez o que era bom e reto perante o Senhor (ao menos no início de seu governo). É importante ressaltar que, tanto em Judá quanto em Israel, onde os reis se sucediam, uns observavam os preceitos de Deus e tinham êxito, enquanto outros não o agradavam e isso resultava em muitos problemas. Destacamos a história de Asa, pois foi exatamente a ele que o profeta Azarias alertou sobre o assunto: enquanto Judá fosse fiel ao Senhor e o buscasse, Deus seria achado; mas, se fosse deixado, também abandonaria o rei e o povo.
 
Isso não é menos verdade hoje! A iniciativa do distanciamento não é de Deus; nós, seres humanos, é que o fazemos e depois reclamamos do abandono. O Senhor está sempre disponível para ser achado – basta que o busquemos. – ETA
 

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