Joel Engel busca fortalecer a intercessão no Congresso Nacional

O apóstolo Joel Engel passou a fazer parte do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) e pediu fortalecimento em oração.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Quarta-feira, 21 Novembro de 2018 as 12:43

Apóstolo Joel Engel (à esquerda) foi recebido pelo Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Apóstolo Joel Engel (à esquerda) foi recebido pelo Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

O apóstolo Joel Engel foi recebido como membro do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) nesta segunda-feira (19), em reunião realizada em Brasília.

Seu pedido diante do Conselho foi fortalecer o movimento de oração especialmente pelo novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. “Nós temos que ser os intercessores de Bolsonaro, a Igreja colocou ele lá. Ele não ganhou por outra razão a não ser pelo clamor da Igreja”, observou.

“É muito sério o que está acontecendo no Brasil. Precisamos dar apoio a Bolsonaro, ele não vai conseguir sozinho. Eu contei 31 membros entre nós; se cada um separar um dia por mês, conseguimos dar cobertura de oração. Eu não tenho mais nada para fazer da vida a não ser isso pelo Brasil, que foi o que Deus colocou no meu coração”, acrescentou o apóstolo.

Citando a temática que faz parte de seu ministério, Engel lembrou que os apóstolos são parte da geração de Elias. “Quando Elias estava cansado, Deus o orientou a ungir Eliseu. A unção é transferível, e Elias passou sua missão para Eliseu. Essa geração que está por vir, nossos filhos, não passarão por aquilo que passamos. Eles irão ungir o próximo presidente”, afirmou.

“Nós temos condição de fazer um decreto dizendo que o Brasil é do Senhor Jesus e esses comunistas não tomarão mais o poder”, destacou.

Engel ainda ressaltou que a integridade dos apóstolos presentes o atraiu para fazer parte do CAB. “Eu vim a este Conselho porque eu não vi nada que desabone vocês, e isso é raro, isso é pedra preciosa. Só vemos falarem mal de apóstolos. Tempos atrás eu não queria ser chamado de pastor, depois fui ungido a apóstolo e também não queria ser chamado de apóstolo, por causa daquilo que estamos vendo. Nós precisamos ser modelo para uma geração que está vindo. As pessoas têm que olhar para um apóstolo e não ver nada de errado na vida dele”.


Apóstolo Joel Engel em discurso ao Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

“Eu ensino meus filhos hoje: vocês não precisam ser poderosos ou eloquentes, mas daqui 30 anos quero conversar com vocês e ver como está sua vida com Deus. Porque eu carreguei até aqui esse cajado e o manto que Deus me deu não foi manchado nesses trinta anos”, completou o apóstolo.

Trajetória

Em discurso aos membros do Conselho, Engel contou que seu envolvimento com as questões governamentais do Brasil começou em 1989, após ter um sonho que mostrava o ex-presidente Lula como um representante da implantação do comunismo no país.

“Eu perguntei a Deus: ‘por que o Senhor está deixando essa praga entrar no Brasil?’ Ele me respondeu: ‘porque a Igreja está falhando’. O PT estava trabalhando muito mais do que a Igreja para ‘evangelizar’ pessoas para seus propósitos e suas ofertas eram muito maiores. A igreja não tomou o Brasil, e por isso Deus ia permitir todas essas coisas”, disse Engel aos apóstolos.

Engel lembrou que, mais tarde, “Deus me mandou atravessar o Brasil, do Sul até o Norte, profetizando Ezequiel 20:45-47, que Deus acenderá um fogo do Sul até o Norte”.

Em 2009, Engel foi até o Monte Roraima, ao Norte do país, para um ato profético que aconteceu no Dia da Expiação do calendário judaico. Na ocasião, ele tocou o shofar no mesmo horário em que o instrumento é tocado em Israel e proclamou a libertação para o Brasil.

Descendo em direção ao Sul, Engel foi até o Vale do Amanhecer, na cidade de Planaltina (DF), para realizar um ato profético contra a quebra do governo corrupto. “Deus falou comigo: o manto de Elias está vindo sobre o Brasil. Vai haver mudanças no governo e vai começar a partir de agora”.

Em 2015, Engel decretou uma palavra sobre a então presidente Dilma Rousseff, depois que ela desaprovou a nomeação de Dani Dayan como embaixador de Israel no Brasil. O pronunciamento do apóstolo foi feito diante de mais de 1.500 pessoas, durante a Escola Profética em Santa Maria (RS).


Membros do Conselho Apostólico Brasileiro em momento de oração. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa) 

Diante dessa trajetória, o apóstolo compartilhou com os líderes que viriam três mantos sobre o Brasil: o manto apostólico e profético, o manto que virá sobre o governo cristão e o manto que tornará a moeda forte. Todas essas coisas irão resultar em um avivamento para a nação e no envio de missionários para fora do Brasil.

Expansão do CAB

O CAB foi constituído em 2005 e conta com apóstolos como Neuza Itioka (Ministério Ágape Reconciliação), Valnice Milhomens (Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo), Rinaldo Seixas (Igreja Bola de Neve), Sinomar Fernandes (Ministério Luz para os Povos), Arles Marques (Comunhão Cristã), Francisco Nicolau (Igreja Batista das Nações) e Hudson Medeiros (Ministério O Renovo – Brasil de Joelhos).

Na segunda-feira, o Conselho Apostólico firmou seu desejo de ampliar o número de membros para ter maior representatividade nacional. Juntamente com Joel Engel, pouco mais de 15 líderes cristãos foram adicionados ao CAB.

Depois de seu discurso diante do Conselho, Engel foi presenteado pelo apóstolo Paulo de Tarso (Igreja Betlehem) com uma quipá do primeiro apóstolo judeu que ele conheceu depois dos primeiros. “É uma honra para nós ter um apóstolo brasileiro de origem judaica e eu acredito que em breve nós teremos mestres, evangelistas e profetas como a sua família”, declarou Paulo.


Apóstolo Joel Engel recebeu oração dos membros do Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)


Apóstolo Joel Engel foi reconhecido como membro do Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa) 

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